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Ferrari crê na (improvável) amizade de Raikkonen e Alonso

Chefe da equipe fala em relação harmoniosa entre os pilotos no ano que vem

Por Da Redação 12 set 2013, 11h11

“Na Ferrari, todos sabem que os interesses da equipe são prioridade. Fernando é uma peça importante. Tenho certeza de que ele ficou feliz com a escolha”, disse o dirigente

Ao contratar Kimi Raikkonen para o lugar de Felipe Massa, a Ferrari garantiu a formação da dupla mais badalada do grid da categoria a partir da temporada 2014 da Fórmula 1. Em meio a mais uma boa temporada pela Lotus, o finlandês será um candidato ainda mais forte ao título no próximo ano, quando passará a dividir a condição de companheiro de equipe com Fernando Alonso, um rival direto na briga pelo campeonato. Embora o cenário aponte para uma acirrada disputa interna entre os dois ex-campeões mundiais, o chefe da escuderia italiana, Stefano Domenicali, aposta em uma relação amigável entre os dois pilotos e prefere destacar o altíssimo nível do time montado para o ano que vem.

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“A combinação de Fernando e Kimi é a melhor possível em termos de talento, experiência, espírito competitivo e capacidade de avançar no desenvolvimento do carro”, disse o dirigente em entrevista ao site oficial da Ferrari. Domenicali nega que a chegada de Raikkonen signifique que o espanhol perdeu prestígio dentro da equipe. “Para aqueles que pensam que a opção por Kimi significa uma escolha anti-Alonso, podem relaxar. Na Ferrari, todos sabem que os interesses da equipe são prioridade. Fernando é uma peça importante para a equipe e continuará sendo assim por um longo tempo. Tenho certeza de que ele é o primeiro a estar feliz com uma escolha feita para fortalecer o grupo, pois é muito inteligente e vai perceber que uma equipe mais forte é uma vantagem.”

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De acordo com o dirigente, a Ferrari só vai priorizar um ou outro piloto no decorrer do campeonato, se algum deles se destacar na briga pelo título. Domenicali afirma que isso é o comum na categoria. “Se a situação for tal que um piloto possa ajudar o outro na tabela de pontos, é lógico e justo que isso deve acontecer. Isso já aconteceu no passado e acontecerá no futuro, como todos os pilotos que têm impulsionado a Ferrari demonstraram”, discursou o dirigente, lembrando que o próprio Raikkonen já ajudou Massa como escudeiro na reta final do Mundial de 2008, um ano depois de o brasileiro ter exercido o mesmo papel na temporada em que o finlandês se sagrou campeão da Fórmula 1.

(Com Estadão Conteúdo)

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