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Felipão promete ‘mandar um recado ao mundo’ na decisão

Perdendo ou ganhando, seleção quer mostrar que recuperou o respeito nesta Copa das Confederações. Espanha é favorita? Nada disso, avisou o treinador

Por Giancarlo Lepiani, do Rio de Janeiro 29 jun 2013, 19h09

“A possibilidade que temos é boa. Temos condições, acreditamos em nós. Jogando aqui no Brasil, temos que fazer com que nos respeitem. Aqui é a nossa casa.”

O Brasil sonha com a vitória, é claro. Mas o técnico Luiz Felipe Scolari está convencido de que, mais que a taça da Copa das Confederações, sua seleção conquistará o respeito do mundo do futebol no domingo, na final contra a Espanha, no Estádio do Maracanã. O time da casa pode perder ou ganhar no Rio de Janeiro. Seja como for, Felipão acha que a equipe pentacampeã sairá de campo com a reputação restaurada diante de seus principais adversários para 2014. Grande o Brasil sempre foi. Mas a série irregular de resultados nos últimos anos fez com que a torcida passasse a enxergar o time com certa desconfiança – e pior, que os adversários deixassem de temê-lo como no passado. Depois de quatro boas vitórias no torneio, o finalista Brasil sai da competição com seu principal objetivo já assegurado, mesmo que não levante o troféu. “No domingo, mandaremos uma mensagem a todas as outras seleções: estamos no caminho para disputar o título em 2014, do mesmo jeito que outras sete ou oito seleções também estão”, disse Felipão a pouco mais de 24 horas para o jogo, em uma entrevista coletiva concedida no próprio palco da final. “Se não ganharmos mas jogarmos bem, também mandaremos uma mensagem, e era justamente esse o nosso propósito quando começamos a competição. Será um dia especial para todos nós. Estaremos jogando não só por amanhã, mas também por 2014.”

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