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Felipão perde paciência com novos ‘gols bestas’ sofridos pelo time

Por Da Redação 8 set 2011, 00h52

Luiz Felipe Scolari chegou aos vestiários da Arena da Baixada bufando. O técnico do Palmeiras estava indignado com o empate por 2 a 2 após ter seu time com um a mais desde o primeiro tempo. O que mais tirou o comandante do sério foram os vacilos que resultaram nos gols dos anfitriões.

Se os atletas deixaram o campo lamentando a falta do terceiro gol, Felipão direcionou suas críticas ao setor defensivo. ‘O ataque fez dois gols, foi espetacular. Não dá para cobrar mais do que isso. O time tem é que não tomar os gols bestas que tomamos. Foram dois gols absurdos’, irritou-se.

Scolari não quis nem se estender ao relatar os prejuízos dos dois pontos desperdiçados. O treinador se sentiu derrotado em Curitiba. ‘Claro que perdemos o jogo. O Palmeiras jogou com 11 contra dez em todo o segundo tempo, pelo amor de Deus!’, esbravejou.

Sem citar nomes, e evitando expor publicamente seus zagueiros, o técnico mostrou estar mais bravo com o segundo gol, quando o Furacão cobrou falta rápida e Marcos saiu sozinho para dividir com Guerrón e cometer pênalti que Marcinho converteu. Lance pior do que o desvio de Marcos Assunção que deixou o mesmo Guerrón sem marcação na pequena área para balançar as redes do Verdão.

‘Não é apenas o setor defensivo que tem falhado. No segundo gol, foi feita a falta e ninguém ficou na frente da bola. O rapaz deu um lançamento de 35 metros e não houve comunicação entre a zaga e o goleiro’, falou Felipão, extremamente bravo. ‘É coisa comum para jogador de futebol. Não se costuma ter esse erro’, continuou.

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