Felipão exalta benefícios da vitória mesmo com risco de lesões

Por Da Redação - 1 jul 2012, 23h28

O Palmeiras finalmente obteve uma vitória no Campeonato Brasileiro depois de sete rodadas e espera colher frutos para o futuro próximo. O técnico Luiz Felipe Scolari crê que o placar de 3 a 1 deste domingo sobre o Figueirense irá ajudar o grupo na preparação para a decisão contra o Coritiba, pela Copa do Brasil. ‘É benéfico na parte psicológica’, reconheceu.

Em contrapartida, o Palmeiras foi obrigado a correr riscos neste domingo. Felipão surpreendeu e usou alguns titulares do time. No fim das costas, perdeu o zagueiro Maurício Ramos lesionado – jogador sentiu a coxa esquerda e é dúvida para enfrentar o Coritiba na quinta-feira.

‘A vitória reflete positivamente, mas poderíamos ter perdido outros atletas, foi um risco’, admitiu o treinador ao ser questionado sobre a escalação de peças como o zagueiro Thiago Heleno, o meia Daniel Carvalho e o atacante Barcos. O Palmeiras precisava de uma resposta no Campeonato Brasileiro, já que iniciou a rodada na penúltima colocação, com apenas dois pontos. Felipão também está preocupado com o futuro da equipe na competição nacional. ‘O problema é que a boiada passa e você irá beber água suja na frente’, filosofou o treinador.

Por outro lado, Felipão espera que alguns suplentes carreguem a boa atuação diante do Figueirense para contribuir na decisão da Copa do Brasil. O zagueiro Román, o lateral esquerdo Fernandinho e o atacante Maikon Leite tiveram participação ativa contra o Figueirense.

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‘Eles entraram bem, o Maikon, além de ser uma opção de velocidade, tem se desenvolvido no cruzamento e na bola parada, também fiz um elogio ao Fernandinho, que teve uma partida brilhante’, exaltou.

A decepção ficou pela atuação do meio-campista Felipe, que foi trazido de volta ao Verdão após boa passagem pelo Mogi Mirim. Neste domingo, o atleta acabou substituído por Mazinho. Felipão avisa, contudo, que não faltarão oportunidades àqueles que não atuaram bem neste domingo.

‘Um ou outro ainda não desenvolveu o potencial que esperamos, mas, com mais oportunidades, saberemos se podemos colocá-los outras vezes’, ponderou Scolari.

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