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Felipão agradece Gaviões por novo clima no Palmeiras

Por Da Redação - 24 ago 2011, 16h02

Por Daniel Akstein Batista

São Paulo – A rivalidade entre Palmeiras e Corinthians ganhou novo capítulo nos últimos dias, quando a torcida organizada Gaviões da Fiel revelou que o atacante Kléber é um de seus sócios desde 2001. A poucos dias do clássico entre as equipes, que acontece neste domingo, em Presidente Prudente, pelo Brasileirão, tal episódio poderia gerar um desconforto da equipe do Palestra Itália.

De acordo com o técnico Luiz Felipe Scolari, no entanto, o efeito foi justamente o oposto e o clima só melhorou nos últimos dias. Antes tensos, os atletas passaram a brincar com Kleber. “A Gaviões fez um bem pro Palmeiras, deixou o ambiente mais alegre”, declarou, nesta quarta-feira, garantindo que a revelação da torcida organizada não mudará nada na equipe. “O batedor de pênalti oficial vai ser o Kleber, segundo o (Marcos) Assunção e terceiro o Henrique, independentemente do time que torcem”, completou.

Na última vez que Palmeiras e Corinthians se enfrentaram, na semifinal do Campeonato Paulista, Felipão acabou expulso após discussão com o técnico Tite. Neste domingo, ele não estará no banco de reserva por conta de uma suspensão, e será substituído por seu auxiliar, Flávio Murtosa.

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“Não vou falar nada sobre o clássico, eu estou suspenso. Qualquer coisa sobre domingo falem com o Murtosa, eu não vou falar. Aliás, eu falo muito, né?”, disse o treinador palmeirense, lembrando da discussão com Tite, quando foi acusado de “falar muito” pelo rival.

SUL-AMERICANA – Antes do clássico, o Palmeiras tem um compromisso diante do Vasco, nesta quinta-feira, no Pacaembu, pela Sul-Americana. E a equipe também não terá Felipão no banco de reservas. Desta vez, não por punição, mas por conta de um desentendimento com o auxiliar Roberto Braatz, que fará parte do trio de arbitragem.

O treinador teve um entrevero com Braatz na partida diante do Atlético-MG, pelo Campeonato Brasileiro, quando foi expulso. E, para evitar novos problemas, Felipão decidiu não dirigir o time do banco. “De que adianta? Eu vou olhar pro lado e vão querer me expulsar. Deixa o Murtosa”, afirmou.

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