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Fantasma da Espanha esquenta o clássico em Salvador

Para fugir de um confronto com a campeã europeia e mundial, Brasil e Itália mandam força máxima a campo no duelo na Arena Fonte Nova, neste sábado

Por Celso de Campos Jr., de Salvador 22 jun 2013, 12h33

No time de Felipão, nem mesmo David Luiz, que fraturou o nariz no duelo contra o México, terá descanso

Com ambos os times já classificados para as semifinais e com o desgaste do fim da temporada e do calor castigando os jogadores, nada mais natural que Brasil e Itália poupassem alguns atletas para o confronto deste sábado, pela última rodada do Grupo A da Copa das Confederações. Mas a missão de fugir da Espanha, ponteira do Grupo B, esquentou a disputa pela liderança do grupo e evitou que o clássico de Salvador virasse um jogo de compadres. A preocupação de evitar o encontro com a Fúria antes da final do torneio não é admitida por Felipão e Prandelli, que, no discurso, afirmam se preocupar apenas com suas seleções. Entretanto, caso a campeã mundial não estivesse no caminho do perdedor da partida, os treinadores, que vêm reclamando da falta de tempo para descansar seus craques, dificilmente entrariam com força máxima no duelo das 16 horas (de Brasília) – como tudo indica que farão.

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