Group 21 Copy 4 Created with Sketch.

Família de Schumacher gasta R$ 1,5 milhão por mês com tratamento, diz jornal

Corinna Schumacher contratou quinze funcionários para cuidar do marido

O ex-piloto alemão Michael Schumacher deixou o Hospital de Lausanne há dois meses para dar sequência a seu tratamento na mansão de sua família, em Gland, na Suíça. Mais de dez meses depois de sofrer um grave acidente de esqui nos Alpes Franceses, o heptacampeão mundial de Fórmula 1 segue tentando recuperar a fala e os movimentos. De acordo o jornal inglês Daily Mail, a família de Schumacher está gastando uma verdadeira fortuna no tratamento do ídolo alemão. Corinna Schumacher, a esposa do ex-piloto, desembolsa cerca de 400.000 libras (1.5 milhão de reais) mensais para manter uma equipe médica composta por quinze profissionais, entre nutricionistas, enfermeiras, neurologistas e médicos.

Leia também:

Médico: Schumacher pode levar 3 anos para se recuperar

Câmera no capacete causou lesão no cérebro de Schumacher, diz jornalista francês

Schumacher deixa hospital e seguirá tratamento em casa

Mulher de Schumacher põe jato à venda por tratamento

Schumacher tem melhora lenta, mas visível, diz mulher

Ainda de acordo com o diário inglês, Schumacher segue imóvel, ligado a máquinas que o auxiliam a respirar e comer. Ele recebe massagens diárias para tentar recuperar os músculos atrofiados. A esposa Corinna acompanha todo o tratamento de Schumacher e passa horas “conversando” com o marido, na esperança de que ele possa apresentar algum tipo de resposta. A estrutura médica está montada na luxuosa mansão de 40 quartos, avaliada em 138 milhões de reais.

Recentemente, o médico francês Jean-François Payen, que cuidou de Schumacher no Hospital de Grenoble, afirmou que o ex-piloto está em condições muito favoráveis para sua recuperação, que pode durar de dois a três anos. Outro respeitado profissional na área, porém, deu um diagnóstico menos otimista ao Daily Mail. Para o doutor Gary Hartstein, que trabalhou na Fórmula 1 durante toda a carreira de Schumacher, o alemão já deveria ter dado sinais mais claros de melhora. “Conforme o tempo passa, se torna cada vez menos provável que Michael irá emergir de forma significativa. A expectativa de vida para um paciente em coma que não apresenta melhora neurológica é medida em meses ou poucos anos”, afirmou Hartstein.