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Estrutura, zika, doping, terrorismo… As ameaças à Rio-2016

A menos de quatro meses do início da Olimpíada, ambiente turbulento e série de imprevistos diminuíram o clima de otimismo da organização dos Jogos.

Por Da Redação 22 abr 2016, 16h56

Ao contrário do que aconteceu na Copa do Mundo de 2014, quando vários estádios foram entregues às pressas, a Rio-2016 não recebeu nenhum “chute no traseiro” público dos dirigentes do Comitê Olímpico Internacional (COI). Faltando pouco mais de 100 dias para o início da Rio-2016, a maioria das obras está dentro do prazo e não deve haver grandes sustos no que diz respeito à conclusão das instalações olímpicas. No entanto, diversos fatores alheios às competições vêm colocando em risco o sucesso da primeira Olimpíada na América do Sul e assustando a imprensa internacional – que, ressalte-se, muitas vezes espalha pânico de maneira exagerada.

COI vê Rio-2016 como ‘mensagem de esperança’ diante da crise no Brasil

A conhecida violência da cidade, a epidemia do vírus zika e o risco de terrorismo são os fatores que mais preocupam atletas e torcedores estrangeiros. Os escândalos de doping no esporte, a poluição da Baía de Guanabara e o clima de tensão política que invadiu o país também podem manchar a imagem dos Jogos. Como se não bastassem todos esses problemas, o absurdo acidente na ciclovia Tim Maia, que matou duas pessoas nesta quinta-feira, ajudou ainda mais a minar a credibilidade da Rio-2016, conforme mostraram diversos jornais estrangeiros. Relembre os fatores que mais assustam a organização dos Jogos:

(da redação)

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