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Esperança do São Paulo, Lucas minimiza falta de títulos

Por Da Redação 10 Maio 2012, 09h00

Por Fernando Faro

São Paulo – Lucas é um dos rostos mais conhecidos do elenco do São Paulo e simboliza a esperança de uma nova geração vencedora no Morumbi. Apesar de já figurar entre os destaques da equipe, o sucesso dentro de campo ainda não se traduziu em títulos. Em seu terceiro ano como profissional, ele não sentiu o gostinho de levantar um troféu pelo clube, mas é uma das grandes apostas para manter os são-paulinos vivos na Copa do Brasil.

Com apenas 19 anos, o jovem talento minimiza a ausência de conquistas e mostra confiança ao prever alegrias com a camisa são-paulina. Pretendido por clubes como Real Madrid e Chelsea, Lucas não tem receio de deixar o São Paulo sem levantar títulos, mas lembra que não entra em campo sozinho. “Sou muito jovem para pensar nisso (sair do clube sem conquistas), tenho muita ambição e não me preocupo. O título não depende só de mim, depende do elenco todo, mas tenho certeza de que uma hora ele virá e trabalharei muito para isso”, afirmou o jogador.

Lucas será responsável, ao lado de Fernandinho, de tentar derrubar o esperado ferrolho defensivo da Ponte Preta, nesta quinta-feira, para ajudar Luis Fabiano a marcar os gols que podem levar a equipe para as quartas de final da Copa do Brasil – o rival de Campinas venceu o primeiro jogo do confronto por 1 a 0. Ele já prepara todo seu arsenal de dribles e arrancadas e terá liberdade para atacar sempre que quiser, mas sabe que não deve ter vida fácil. “Teremos um jogo difícil, eles jogarão em cima dos nossos erros. Estão com a vantagem, por isso precisamos partir para cima sem esquecer de tomar cuidado com os contra-ataques”, projetou.

A partida desta quinta-feira, no Morumbi, também será a oportunidade de Lucas marcar pela primeira vez na competição e quebrar um jejum que dura 40 dias – seu último gol pelo São Paulo foi contra o Ituano (vitória por 4 a 2, no Paulistão). A seu favor pesa o ótimo retrospecto são-paulino em casa, mas o próprio atleta pede que a equipe não se deixe levar pelos números. “De fato, nosso retrospecto no Morumbi é muito bom, mas o histórico não entra em campo. Será um jogo difícil e não podemos nos apegar nessas coisas”, ponderou.

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