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Erro de assistente, irmã de zagueiro do Bragantino, revolta Náutico

Por Da Redação - 14 Sep 2011, 20h27

A diretoria do Náutico soube de mais um motivo para se revoltar com a arbitragem na derrota por 2 a 1 para o Bragantino, nessa terça-feira, em Bragança Paulista (SP). A assistente Marcia Bezerra Lopes Caetano, responsável por validar o segundo gol do time paulista, é irmã de Junior Lopes, zagueiro da equipe alvinegra.

O presidente do Timbu, Berillo Junior, já avisou que entrará com representação contra Marcia Caetano, que pertence ao quadro da Fifa e da Federação de Futebol do Estado de Rondônia. O clube pernambucano ainda estuda se optará por um processo na Justiça Comum – a decisão será discutida pela diretoria e anunciada ainda nesta semana.

‘Se for realmente verdade, vamos entrar com uma representação com esse agravante de ela ser irmã de um atleta do time favorecido. Isso muda muito a história porque podemos concluir que ela usou de má fé, se isso for realmente verdade’, disse Berillo Junior ao Diário de Pernambuco.

Familiares confirmaram o parentesco entre Junior Lopes e Marcia Caetano. A assistente, contudo, já era alvo da ira dos alvirrubros mesmo antes da informação. O resultado no interior paulista derrubou o Náutico do segundo para o terceiro lugar da Série B do Brasileiro, e a dois pontos do arquirrival, quinto colocado e maior concorrente por uma vaga na zona de acesso.

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O segundo gol do Bragantino foi marcado por Lincom, mas teve envolvimento decisivo de Junior Lopes. Após cobrança de falta da direita, o zagueiro escorou e seu toque, de acordo com imagens da televisão, deixou Lincom impedido para fazer 2 a 0 – os pernambucanos ainda diminuiriam no segundo tempo.

‘Foi um impedimento que todos viram, com exceção da bandeirinha que estava correndo daquele lado’, reclamou Berillo ainda antes de desconfiar da relação entre Marcia e Junior Lopes.

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