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Em imagens, o vestido da discórdia em Wimbledon

Modelos produzidos pela Nike são curtos demais e dividiram a opinião das tenistas no Grand Slam britânico

O início da chave principal de Wimbledon mostrou em detalhes o “vestido da discórdia” produzido pela Nike. Na semana passada, os modelos tiveram que passar uma espécie de “recall” – a empresa americana rejeita o termo, mas admite ter feito reparos nas peças -, depois que algumas atletas da fase preliminar reclamaram que o vestido era curto demais e subia com muita facilidade. O modelo é, naturalmente, todo branco (para atender as normas impostas desde a primeira edição, em 1877), e destaca-se por ser bastante solto, deixando constantemente as pernas e até a barriga das atletas à mostra.

Na semana passada, o diário britânico Daily Mail informou que a Nike enviou uma mensagem – tratada como “MUITO importante” – a todas as suas atletas pedindo que os vestidos fossem devolvidos ao centro da marca em Wimbledon para a realização de reparos. Nesta semana, diversas atletas utilizaram o modelo, que custa 75 libras (cerca de 370 reais) – e segue bem curto.

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Algumas atletas da marca de se recusaram a vesti-lo e optaram por saias e blusas mais conservadoras. Outras deram um jeito de controlar a subida dos modelos até a altura da cintura, utilizando faixas ou até outras roupas por cima. As duas principais estrelas da marca, porém, aprovaram o figurino.

A canadense Eugenie Bouchard, que estrelou a campanha do vestido ao lado de Serena Williams, ficou plenamente satisfeita. “Eu amei. É bonito e curto e você pode se movimentar com liberdade”, disse Bouchard à emissora TSN. Já Serena, embaixadora da marca, ganhou um modelo exclusivo, com gola mais alta, e também adorou. “Meio apaixonada pelo meu vestido de Wimbledon”, escreveu no Instagram, posando em frente ao espelho.

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(da redação)