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Por Da Redação 22 jun 2014, 08h12

Já está no ar a edição deste domingo de VEJA PLACAR. Até 14 de julho, segunda seguinte à final, VEJA e PLACAR lançarão edições eletrônicas diárias (são 34!). Sempre às 7 da manhã, grátis. Elas trarão os resultados, as histórias, os dramas e as glórias das partidas da jornada anterior e um guia completo do que acontecerá ao longo do dia que se inicia.

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Neste domingo, a edição traz a cobertura da sofrida classificação argentina. A seleção de Messi por pouco não sofreu a maior zebra da Copa, mas venceu o Irã por 1 a 0, com gol de Messi, nos acréscimos. Confira um trecho do texto de Leslie Leitão:

Só Messi salva (mas é pouco)

O sorteio da Copa do Mundo no ano passado colocou a Argentina num dos grupos mais fracos da competição. Nas duas primeiras rodadas, o time enfrentou adversários modestos e sofreu para vencê-los. Em 180 minutos, a seleção apontada como uma das favoritas ao título apresentou uma defesa insegura e um esquema tático confuso, que deixa sua principal estrela muitas vezes isolada em campo, tentando resolver tudo sozinha. Pois foi na genialidade de seu camisa 10 que vieram os seis pontos na tabela. Depois do golaço contra a Bósnia na estreia, no Maracanã, Lionel Messi levou o Estádio do Mineirão à loucura ontem à tarde, acertando um lindo chute no ângulo, aos 46 minutos do segundo tempo, e garantindo um magro 1 a 0 sobre o Irã.

O craque esteve longe das exibições de gala que faz com a camisa do Barcelona. Mas fez o que dele se espera: decidiu.

A rotina de invasões de argentinos pelas capitais por onde passa sua seleção se repetiu em Belo Horizonte. A cada partida, aliás, o clima de hostilidade aumenta dentro e fora das arquibancadas. Na véspera da partida, um grande confronto entre torcedores argentinos e brasileiros transformou uma praça da Savassi, um dos bairros mais nobres da cidade, em praça de guerra, com pedradas e garrafadas para todo lado. No Mineirão, pelo menos 25 000 torcedores vestiam azul e branco e cantavam sem parar antes de um jogo que, esperava-se, seria tranquilo. Não foi. E os mineiros que se juntaram em coro aos iranianos aproveitaram para zombar 90 minutos. Os focos de confusão proliferaram. Somente ao lado da tribuna de imprensa foram quatro, logo controlados.

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