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Dwyane Wade opera joelho esquerdo e ficará 2 meses fora das quadras

Por Da Redação - 9 jul 2012, 17h19

Redação Central, 9 jul (EFE).- Fora dos Jogos Olímpicos, o ala-armador Dwyane Wade, do Miami Heat, realizou nesta segunda-feira com sucesso operação no joelho esquerdo, a que foi submetido para corrigir as dores que sofreu durante toda a última temporada.

Wade, que perdeu 17 dos 66 jogos disputados na temporada regular, teve problemas também na fase final, apesar de ter ajudado o seu time a conseguir o título da NBA com uma média de 22 pontos por partida.

Os médicos do Miami definiram que a única maneira do jogador superar os problemas de inflamação e vazamento de líquido no joelho esquerdo seria passar por uma cirurgia para fazer limpeza da região.

De acordo com a informação oferecida pela equipe antes da operação, Wade irá precisar de algo entre seis e oito semanas para estar completamente recuperado, o que significa que deve estar pronto para treinar com o Miami Heat nos ‘training camps’, que começarão em outubro.

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Wade teve que passar pela sala de cirurgia em maio de 2007 para operar o joelho esquerdo, mas os problemas que sofreu durante a temporada não tem a ver com a cirurgia anterior.

No entanto, a decisão impediu que Wade que estivesse com a equipe dos Estados Unidos para disputar os Jogos Olímpicos, onde mais uma formação do ‘Dream Team’ irá defender o ouro a partir do fim deste mês.

O atleta, de 30 anos, fez parte do time que conquistou a medalha dourada em Pequim em 2008, e estava pré-selecionado para a disputa dos Jogos em Londres.

Apesar de ter sido reserva nos oito jogos disputados pelos americanos em Pequim, Wade foi o cestinha ao conseguir uma média de 16 pontos.

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O jogador gerou polêmica ao dizer que os profissionais da NBA que participarem dos Jogos Olímpicos deveriam receber algum tipo de compensação financeira, para mais tarde esclarecer que havia respondido a uma pergunta e que não estava pedindo dinheiro para jogar pelo ‘Dream Team’.

No entanto, alguns jogadores e dirigentes, liderados por Mark Cuban, dono do Dallas Mavericks, questionaram a participação das estrelas com a seleção e abriram um debate sobre o tema.

O comissário da NBA, David Stern, já adiantou que quando os Jogos acabarem, irá se reunir para discutir a possibilidade de implantar um modelo de convocação inspirado no futebol das Olimpíadas, com a participação de jogadores abaixo de 23 anos. EFE

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