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Dorival coloca culpa da derrota em árbitro. Felipão discorda.

Por Da Redação - 31 jul 2011, 01h24

O técnico do Atlético-MG, Dorival Júnior, estava revoltado nos vestiários do estádio do Canindé com a atuação do árbitro Sandro Meira Ricci. Na visão do treinador do Galo, o apitador do Distrito Federal teve influência direta na derrota de sua equipe neste sábado para o Palmeiras, pela 13rodada do Campeonato Brasileiro.

Dorival Júnior considera que houve falta sobre o zagueiro Leonardo Silva no lance do segundo gol palmeirense, em uma disputa pelo alto, antes do chute definitivo de Luan na direção da meta do goleiro Giovanni. Neste momento, o placar era de 1 a 1. O técnico da agremiação mineira foi contundente nas palavras.

‘O Sandro Meira Ricci só acomoda, interfere no resultado da maioria das partidas. É uma sequência de muito tempo. Esse árbitro precisa fazer uma reciclagem, desequilibrou uma partida que vinha equilibrada’, disparou Dorival Júnior.

No Palmeiras, a resposta veio do técnico Luiz Felipe Scolari, que rejeitou qualquer tipo de irregularidade no gol de Luan. ‘Se (a reclamação) for pelo segundo gol, acho que o Dorival não está certo. E se olharem o jogo todo, o centroavante do Atlético-MG subiu em cima do Maurício Ramos umas 15 vezes. E o árbitro ainda poderia ter tirado o Serginho’, comentou o palmeirense, reclamando do número excessivo de faltas do rival.

Para Felipão, Sandro Meira Ricci usou neste sábado o mesmo critério do gol de empate do Vasco contra o Bahia, na quinta-feira, no estádio de São Januário. ‘Houve um gol aos 48 do segundo tempo e não foi marcada falta no goleiro do Bahia. Ele foi coerente com o que vinha apitando’, comparou.

Curiosamente, Felipão deixou a partida no Canindé antes do fim ao ser expulso por reclamação. Mas ele revela que seu problema não foi com o árbitro. ‘Foi o amigo gaúcho (o assistente Roberto Braatz) que me expulsou. Perguntei apenas se tinha sido falta no Dinei. Agora, o que o Dorival falou depois do nosso segundo gol, Nossa Senhora’, encerrou Scolari.

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