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Domenicali não acredita em domínio da Red Bull entre os construtores

Por Da Redação - 9 jul 2012, 09h18

A grande vantagem da Red Bull na liderança do mundial de construtores parece não convencer o diretor de esportes da Ferrari, Stefano Domenicali. Segundo o mandatário da escuderia italiana, segunda colocada na classificação, quatro equipes seguem na briga pelo título da temporada.

No final de semana em que Red Bull e Ferrari somaram o seu maior número de pontos na temporada – 40 para a escuderia austríaca e 30 para a italiana -, Domenicali afirma que não há domínio das duas equipes na disputa pela liderança do mundial de construtores.

‘Eu não acredito, honestamente, que as outras equipes continuarão atrás. Estou certo que a McLaren lutará para voltar (à parte de cima da classificação), além de outras que estão muito próximas’, analisa, em entrevista ao jornal Autosport.

Domenicali ainda se disse surpreso com o desempenho de outra escuderia no GP de Silverstone. ‘Fiquei impressionado com a Lotus. Se você olhar para Grosjean, irá notar que na primeira volta ele foi competitivo e terminou em sexto. A briga está apertada’, completa.O diretor analisou ainda a situação de Fernando Alonso, segundo colocado no GP deste final de semana, após ser ultrapassado por Mark Webber a quatro voltas do final da prova, e líder do mundial de pilotos.

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‘É ótimo ver Fernando (Alonso) seguir liderando o campeonato, e é bom, do ponto de visão esportivo, ver Lewis (Hamilton) e Sebastian (Vettel) perdendo alguns pontos’, afirma.

A melhora nos resultados desta temporada, porém, não deixam Domenicali completamente satisfeito. Segundo o dirigente, a equipe pode produzir um carro ainda mais rápido que o atual.

‘Em uma competição tão apertada, se você está atrás em uma área, terá problemas no final da temporada. Estou feliz ao ver que as pessoas estão concentradas em seus trabalhos, sem se distrair com o que tem em volta’, diz. ‘Mas não estou satisfeito, e não estarei, até o momento em que o nosso carro for o mais forte. No momento, nós não somos, mas estamos chegando muito perto’, conclui.

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