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Djokovic-Federer, uma questão de supremacia

Por Por Cyril BELAUD
5 jul 2012, 19h18

Além de disputar uma vaga na final do Grand Slam de Wimbledon, o sérvio Novak Djokovic e o suíço Roger Federer duelam nesta sexta-feira pela liderança do ranking da ATP, já que o segundo pode desbancar o primeiro se vencer o torneio.

Na outra semifinal, o queridinho da torcida local, o escocês Andy Murray, tentará manter viva a esperança de acabar com o jejum de 76 anos sem ver um britânico conquistar o título na grama londrina, desde a vitória de Fred Perry em 1936.

Para isso, ele terá que superar o francês Jo-Wilfried Tsonga, que já chegou nesta altura da competição na temporada passada, quando eliminou Federer nas quartas de final.

Se derrotar Djokovic, o suíço se tornará o primeiro tenista da história a chegar oito vezes à final de Wimbledon.

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Federer tem outros dois recordes na mira, sendo que ambos pertencem ao seu maior ídolo, o americano Pete Sampras.

Para alcançá-lo, o suíço precisa vencer o torneio, o que o levaria a conquistar como Sampras o heptacampeonato em Wimbledon, além de igualar o número de semanas que o americano passou na liderança do ranking da ATP (286).

Já Djokovic defende a posição de número um do mundo, que assumiu há um ano, após superar o espanhol Rafael Nadal na final do torneio londrino.

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Em seguida, o sérvio venceu o US Open e o Aberto da Austrália, novamente com vitórias sobre Nadal na decisão, mas perdeu a oportunidade de conquistar os quatro Grand Slams de forma consecutiva quando o espanhol deu o troco ao derrotá-lo na final de Roland-Garros no início do mês de junho.

O último confronto entre Djokovic e Federer foi na semifinal do torneio parisiense, e o sérvio atropelou o suíço por 3 sets a 0, com parciais de 6-4, 7-5 e 6-3.

No entanto, os dois já protagonizaram duelos antológicos em semifinais, como na edição de 2011 de Roland-Garros, quando Federer acabou com uma série de 43 vitórias seguidas de ‘Djoko’ ao levar a melhor em quatro sets, em partida de altíssimo nível.

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Já na da última edição do US Open, Djokovic conseguiu uma virada espetacular após perder por 2 sets a 0 e salvar dois ‘match points’.

Esta será a primeira partida entre os dois na grama. O retrospecto geral ainda é favorável ao suíço, com 14 vitórias e 12 derrotas para o sérvio.

Djokovic foi impressionante durante todo o início do torneio, perdendo apenas um set, para o tcheco Radek Stepanek,

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“Melhorei muito na grama nas últimas temporadas. Eu me sinto bem neste piso. Não tenho nada a perder, vou tentar ganhar”, declarou o sérvio.

Já Federer, que voltou às semifinais após ter sido eliminado nas quartas nas duas últimas edições, teve uma campanha mais conturbada, com jogos difíceis contra o francês Julien Benneteau (que derrotou de virada em cinco sets após perder os dois primeiros) e o belga Xavier Malisse.

Além disso, o suíço chegou a ser incomodado por dores na coluna, embora tenha melhorado nas quartas de final, quando atropelou por 6-1, 6-2 e 6-2, seu maior ‘freguês’, o russo Mikhail Youzhny que derrotou nas 14 vezes que enfrentou.

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“Estou feliz por ter chegado mais longe do que nos dois últimos anos. Estou feliz por me sentir bem em quadra novamente, isso me dá mais confiança para esse jogo difícil contra Novak”, declarou Federer.

Já Murray e Tsonga tentarão chegar à final de Wimbledon pela primeira vez das suas carreiras.

O escocês disputa sua quarta semifinal seguida, após ser eliminado pelo americano Andy Roddick em 2009 e por Rafael Nadal nas duas últimas edições.

Tsonga já enfrentou o britânico seis vezes e venceu apenas uma, em 2008, no Aberto da Austrália.

“Preciso esquecer que se trata de uma semifinal de Wimbledon e focar apenas nas coisas que deram certo nos meus últimos confrontos com Jo”, afirmou Murray.

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