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Dirigente ironiza ‘batalha naval’ e reafirma: quer dinheiro por Dagoberto

Por Da Redação 10 nov 2011, 06h37

Em meio a especulações envolvendo atletas do Internacional, o discurso da diretoria do São Paulo não muda: não há interesse em fazer uma troca e, se quiserem contar com Dagoberto antes de abril do ano que vem, os gaúchos terão de colocar a mão no bolso.

‘É uma batalha naval, atiram várias vezes para ver se uma hora acertam. Já ouvi falar de Andrezinho, Guiñazu e Bolívar, mas nós não temos interesse em nenhum jogador do Internacional. Nós podemos liberar o Dagoberto, mas o São Paulo precisa ser remunerado’, discursa o vice de futebol são-paulino, João Paulo de Jesus Lopes.Dos atletas citados pelo dirigente, dois já estiveram na pauta da diretoria tricolor. O desejo de contar com o volante argentino Guiñazu era público, mas esbarrou na resistência dos colorados. Já o zagueiro Bolívar, que está na reserva do Sul, era visto com bons olhos quando defendia o Monaco (França), mas preferiu retornar ao Beira-Rio.

Por enquanto, a equipe paulista rechaça voltar à carga pelos jogadores, mas o empresário Marcos Malaquias, que cuida da carreira de Dagoberto, deve iniciar em breve a negociação pela liberação. Clubes e jogador não confirmam que um pré-contrato com o Internacional já esteja assinado, o que o técnico Emerson Leão garantiu pouco depois de chegar ao São Paulo, mas já é sabido que o vínculo do atleta com o Tricolor não será prolongado.

Desde o início do ano, Dagoberto manifesta sua intenção de sair, falando até da demora da diretoria do Tricolor em procurá-lo para renovar. Como tem menos de seis meses de vínculo vigente, ele está livre para assinar pré-acordo com qualquer equipe e deixar o São Paulo, que gastou R$ 5,4 milhões para trazê-lo em 2007, sem receber nada.

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