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Diretor do São Paulo provoca Palmeiras por show dos Rollings Stones no Morumbi

Na contramão do clima de paz entre as novas diretorias dos clubes, Vinicius Pinotti alfinetou a arena do rival

Por Da Redação - 6 nov 2015, 14h16

O diretor de marketing do São Paulo, Vinicius Pinotti, provocou o Palmeiras ao comemorar em sua conta no Twitter a realização do show dos Rolling Stones no estádio do Morumbi. As apresentações da banda britânica, marcadas para os dias 24 e 26 de fevereiro do ano que vem, foram motivo de disputa intensa entre o São Paulo e a W.Torre, construtora responsável pela administração da arena do rival Palmeiras.

“Já começamos bem, tirando um megashow da Arena W Torre”, postou Pinotti, em clara alfinetada no clube rival. Neste ano, o Allianz Parque recebeu alguns dos principais shows da capital paulista, como os de Paul McCartney e Rod Stewart. Se serve de consolo para os palmeirenses, Mick Jagger, o líder dos Stones, se tornou o maior “pé frio” do futebol mundial – nas últimas duas Copas do Mundo, deu azar a todas as equipes pelas quais torceu, incluindo o Brasil, na goleada por 7 a 1 para a Alemanha, no Mineirão.

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Recém-empossado pelo presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, Pinotti contrariou a política adotada pelo mandatário. Após sua eleição, Leco disse que gostaria de se reaproximar do Palmeiras e confirmou sua intenção durante a reunião da Federação Paulista de Futebol na última quinta-feira, que definiu os grupos da próxima edição do Paulistão.

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Leco e o presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, não se desgrudaram na ocasião. Ambos sentaram-se lado a lado durante o conselho técnico, realizado em uma sala da entidade, e mantiveram o posicionamento durante o sorteio, na sede da FPF. “Eu sempre disse que as instituições São Paulo Futebol Clube e Sociedade Esportiva Palmeiras estavam muito acima de seus atuais presidentes. O fato de eu não conversar com o antigo presidente do São Paulo não me impedia de ter uma boa relação com os vice-presidentes ou outros nomes responsáveis pela administração. Sempre me dei bem com o Leco e nós simplesmente continuamos conversando”, relatou Nobre, que era um inimigo declarado de Carlos Miguel Aidar, o ex-presidente tricolor.

(com agência Gazeta Press)

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