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Diplomáticos, Casillas e Xavi esfriam ânimos antes da final

Capitães da equipe espanhola elogiam a seleção brasileira e afirmam que não há favoritos para a aguardada decisão de domingo, às 19 horas, no Maracanã

Por Celso de Campos Jr., do Rio de Janeiro 29 jun 2013, 22h21

“A equipe não chega em sua melhor forma física. Mas fizemos uma boa Copa das Confederações e estamos em um bom momento. E temos como estímulo enfrentar o Brasil em uma final”, disse Del Bosque

Na véspera da grande final da Copa das Confederações, Vicente Del Bosque garante que ainda não sabe o time que vai mandar a campo contra o Brasil, às 19 horas (de Brasília). Mas o treinador não teve dúvida em quem escalar para a última entrevista oficial da seleção espanhola antes da batalha do Maracanã. Diante do acirramento dos ânimos pelas declarações inconsequentes de atletas da Fúria nos últimos dias, o veterano convocou os equilibrados Casillas e Xavi, capitães da equipe, para dar as jornalistas de todo o mundo manchetes menos bombásticas. E a dupla cumpriu a missão com a mesma categoria que mostra nos gramados. “O Brasil é melhor time da história do futebol. Será uma partida especial, vamos tentar ganhar”, derreteu-se o diplomático meio-campista. Casillas, por sua vez, aproveitou para deixar claro que a Espanha considera a seleção de Felipão um time dificílimo de ser batido. “Não é apenas Neymar. Ele é um excelente jogador, não podemos nos concentrar apenas em um, todos possuem muita qualidade.”

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