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Desempregado, Joel investe na carreira de garoto-propaganda

Transformado em um dos garotos-propaganda mais bem pagos do país graças ao inglês peculiar, o técnico decide investir no novo ramo. Confira entrevista dele a VEJA na edição desta semana

Por Bela Megale - 3 ago 2013, 07h51

O senhor está sem clube. A vida de garoto-propaganda é mais estável que a de técnico?

É, sim, porque nesse meio os contratos são cumpridos religiosamente. No futebol, não. A vida de técnico é assim: você dorme contratado e acorda com os caras te mandando embora.

Cogita mudar de profissão?

Minha filha, não me tira da minha profissão, não. Vamos deixar acontecer? Tu não gosta daquela música? “Deixa acontecer, naturalmente…” (cantando). Eu adoro.

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O senhor é hoje um dos garotos-propaganda mais bem pagos do Brasil. Qual o segredo para virar quase uma Gisele Bündchen?

Querida, eu não sou ator, sou técnico, mas na vida tu tem que diversificar. Já vivi em várias partes do mundo com culturas diferentes. Já viajei muito.

E nesses lugares todos, com seu inglês não tão perfeito, como se comunicava?

Em inglês mesmo, mas eu também fazia gestos, assobio, música, eco, qualquer coisa. Na África do Sul, conversei até com Nelson Mandela. Que, aliás, só me chamava de senhor.

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Ele dizia “mister”?

Nem vem. Você sabe muito bem como se diz essa palavra. Não vou falar inglês com você. Sou profissional, querida, não estou aqui pra fazer graça. Você é professora de inglês? Então por que quer falar inglês?

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