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Desatenção aérea do Verdão volta a atormentar ‘melhor zaga’ do Nacional

Por Da Redação 11 out 2011, 07h35

O defeito mais combatido por Luiz Felipe Scolari na equipe do Palmeiras reapareceu nesta série de partidas sem vitórias. Nos duelos contra Atlético-GO, América-MG e Santos, o Verdão voltou a falhar em bolas aéreas e se complicou na competição.

Depois do gol de cabeça de Borges no clássico na Vila Belmiro, o volante Chico reconheceu que o time errou pelo alto, mas advertiu que o Palmeiras ainda apresenta os melhores índices defensivos.

‘Falta um pouco de atenção, está sendo a maior falha da nossa equipe no campeonato. Mas ninguém pode dizer que seja falta de vontade, temos uma equipe aguerrida’, avaliou.

Na partida contra o Santos, Léo fez o cruzamento e Borges apareceu atrás de Maurício Ramos para cabecear, superando o goleiro Deola. Nas duas partidas anteriores, o time também cochilou pelo alto. No empate com o América, Kempes se posicionou na segunda trave depois de cruzamento da direita e teve tempo de dominar no peito antes de mandar para as redes.

Já diante do Atlético-GO, Thiago Feltri mandou deixou sua marca depois de uma cobrança de lateral. Na época, Felipão classificou a jogada como um ‘gol de várzea’. Mesmo com todas as falhas, o Palmeiras segue com a defesa menos vazada da competição nacional, com 27 tentos sofridos.

‘Todo mundo está criticando nossa defesa, mas é a melhor do campeonato. Com a bola rolando, está sendo difícil passar por nós. Eu me cobro bastante também nesse sentido e ajudo a marcar em bolas paradas. Infelizmente, as coisas não estão acontecendo, mas vamos nos cobrar mais’, acrescentou Chico.

No clássico, Felipão optou por formar a defesa com três zagueiros: Thiago Heleno, Maurício Ramos e Henrique. Apesar do gol de Borges, o sistema pode ser mantido para o confronto com o Flamengo, quarta-feira, no Rio de Janeiro.

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