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Deputado Andrés Sanchez desiste do ‘Dia do Corinthians’

Ex-presidente do clube paulista negou a autoria do projeto e disse que seu papel na Câmara "vai muito além do futebol"

Por Da Redação - 26 fev 2015, 16h11

O deputado federal Andrés Sanchez (PT-SP) desistiu oficialmente da criação do Dia do Corinthians, que seria o primeiro projeto de seu mandato. O ex-presidente do clube paulista admitiu ter apoiado a ideia, mas negou a autoria do projeto, que foi retirado de tramitação. “Quero esclarecer que eu não criei este projeto, sempre falei que meu papel aqui na Câmara dos Deputados seria muito além do futebol. O projeto foi criado pelo deputado federal Goulart (PSD-SP), pessoa que tenho um apreço e que assim como eu é corintiano, portanto, dei meu apoio”, afirmou Andrés em nota.

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A intenção de Goulart e Andrés era instituir o dia 1º de setembro, data da fundação do clube em 1910, como o Dia do Corinthians em todo o território nacional. A cidade de São Paulo já aprovou o Dia do Torcedor Corintiano em 23 de abril (dia de São Jorge, o padroeiro do clube), de acordo com a Lei Municipal 14.399 de 18 de maio de 2007.

O projeto do Dia do Corinthians foi apresentado em 11 de fevereiro. Seu objetivo, segundo os autores é homenagear a história do Corinthians, que “se funde com a própria história do esporte brasileiro e de sua sociedade, já que o clube foi fundado por um grupo de operários e foi o primeiro clube de futebol paulista a aceitar jogadores pobres, além de ser o segundo no Brasil a aceitar atletas negros”, justifica o texto da proposta.

Senna – Outro projeto controverso envolvendo o esporte foi barrado nesta quinta-feira. O governo do Estado de Goiás recuou da decisão de mudar o nome do Autódromo Internacional de Goiânia, que atualmente faz homenagem ao piloto Ayrton Senna. O objetivo do governador Marconi Perillo (PSDB) era rebatizar o circuito com o nome de Ary Ribeiro Valadão, seu aliado político. A mudança nos planos do governo foi comunicada pela Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), órgão ligado do governo estadual, nesta quarta-feira.

A Agetop explicou que a legislação veta batizar instalações públicos com o nome de pessoas ainda vivas. O governo goiano planejava homenagear Ary Ribeiro Valadão, de 93 anos, governador biônico de Goiás escolhido pelo general Ernesto Geisel, entre as décadas de 70 e 80.

(Da redação de VEJA.com)

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