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Depois de cinco meses, Jadson diz já se sentir em casa no São Paulo

Jadson chegou ao São Paulo em janeiro sob grande expectativa, como contratação mais cara do elenco e apresentado com Raí lhe entregando a camisa 10. Seu início, porém, foi complicado e Emerson Leão o deixou no banco de reservas alegando falta de adaptação. O problema, contudo, já está superado segundo o jogador.

‘Já está tudo bem, estou adaptado, conhecendo os companheiros. Estou me sentindo em casa’, comentou o meia, que retornou ao Brasil nesta temporada após passar sete anos no Shakhtar Donetsk, da Ucrânia. O que o atleta exibe atualmente é confiança para agradar o técnico. Por isso, virou titular novamente.

‘O Leão me pedia mais movimentação, às vezes porque a marcação individual complicava um pouco. Ele gostou dos meus últimos treinos e tento fazer igual nos jogos’, apontou o jogador, que nem se incomodou ao ser substituído por Maicon no segundo tempo da última partida, contra o Goiás.’O Leão quis fechar mais um pouco o meio e falou que saí porque quis recuar o Maicon para ajudar na marcação. Foi mais na parte tática’, explicou Jadson, que no momento tem deixado Fernandinho no banco, mas tem sido substituído com frequência neste início de passagem pela equipe do Morumbi.

Mais do que a mobilidade que sempre exigiu, o que Leão mais tem gostado é da disposição do meia que passou pela Seleção Brasileira na última Copa América e agora quer fazer valer os R$ 9 milhões gastos pelo Tricolor em sua contratação – o clube ainda cedeu 30% dos direitos econômicos do volante Wellington ao Shakhtar.

‘O Jadson custou caro, mas já disse que quer pagar o mais rápido possível. Isso é muito bom para mim. Vamos tê-lo motivado para isso, às vezes jogando, entrando ou saindo. Ninguém é insubstituível’, disse o técnico. ‘Quando sinto que a performance precisa ser mudada, tiro o Jadson e coloco o Maicon, que tem o mesmo teor de toque de bola, mas com 20 minutos para jogar muito mais inteiro, sadio’, continuou.