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De jogador a vendedor de joias, Marcelo Oliveira almeja maior taça

Por Da Redação - 10 jul 2012, 21h58

O técnico Marcelo Oliveira teve uma trajetória inusitada até chegar à decisão da Copa do Brasil no comando do Coritiba. Ex-jogador profissional, o treinador abandonou o futebol quando encerrou a carreira dentro de campo e passou a trabalhar no ramo de joias, mas suportou a vida longe da bola por apenas 12 anos.

‘Depois que parei de jogar, fui trabalhar no ramo de joias e achei muito bacana. Fiquei por 12 anos, em indústria de ouro e outros materiais, mas vivo futebol desde que nasci e voltei. Eu me sinto mais capaz aqui’, afirmou o técnico, em sua última entrevista antes da final do torneio de mata-mata contra o Palmeiras.

Marcelo Oliveira começou a jogar futebol no Atlético-MG ainda adolescente. Depois, passou por Botafogo, Nacional-URU, Desportiva Ferroviária e América-MG. O fim da carreira chegou na década de 1980, quando estava cansado do mundo da bola.

‘Comecei aos 16 anos como atleta profissional. Quando parei, tive a sensação de que precisava me afastar um pouco e ficar com minha família. Mas, depois de anos, percebi que era muito mais feliz em campo, trazendo minhas experiências do futebol’, explicou.

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Como treinador, o profissional conquistou o bicampeonato paranaense pelo Coxa, mas perdeu a decisão da Copa do Brasil do ano passado, diante do Vasco. Agora, o técnico almeja aquele que pode ser o maior troféu de sua carreira à beira do campo.

‘Vamos retomar a confiança. Em um jogo desses, em que precisamos doar tudo, necessitamos de equilíbrio emocional para não perdermos um jogador. É um momento especial, com todos os ingredientes táticos e técnicos. O importante também é botar alma e coração com os torcedores nos apoiando’, concluiu.

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