Group 21 Copy 4 Created with Sketch.

David Bowie e Stones dispensaram festa de encerramento

Segundo jornal 'The Guardian', outros artistas também recusaram o convite

O maior evento do mundo, uma celebração histórica e uma audiência global estimada em 750 milhões de pessoas. Nada disso foi suficiente para convencer David Bowie, os Sex Pistols e os Rolling Stones a se apresentar na cerimônia de encerramento da Olimpíada de Londres, realizada no último domingo. Segundo reportagem do jornal britânico The Guardian, outros artistas como a cantora inglesa Kate Bush também recusaram o convite para participar da festa.

Galeria: O encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres

E a lista de recusas por pouco não incluiu o The Who, que apareceu no fim da cerimônia cantando seu histórico hit My Generation. A banda teria recusado duas vezes o convite do produtor do show, Kim Gavin, antes de ser convencida a subir no palco olímpico – a decisão só foi tomada após o grupo considerar a apresentação uma boa vitrine para a turnê que começa em novembro nos Estados Unidos.

Resistência – O Guardian também afirma que algumas das Spice Girls, cuja presença no show estava entre as mais aguardadas, mostraram-se relutantes em participar. Além delas, a cerimônia de encerramento da Olimpíada teve apresentações de Kaiser Chiefs, Liam Gallagher, Jessie J, Queen, Annie Lennox, George Michael e Take That.

A recusa mais comentada foi a de David Bowie, escalado para cantar o sucesso Heroes. Há seis anos ele vive uma espécie de retiro artístico em Nova York, onde mora. Atualmente com 65 anos, sua última aparição no palco foi em 2006, ao lado de Alicia Keys.

Mesmo negando o convite do Comitê Organizador da Olimpíada, Bowie não foi esquecido. As festas de abertura e encerramento reproduziram trechos de canções célebres do “camaleão do rock”, como Space Oddity, Ziggy Stardust e Young Americans. Músicas dos Sex Pistols e dos Rolling Stones também foram lembradas.

Leia também:

Jogos do Rio de Janeiro já têm música e clipe

A Bandeira Olímpica vai ao Complexo do Alemão

Entrevista: “O Rio inteiro vai ser sacudido”