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Daniel Alves, o maior campeão da história… e desempregado

O melhor jogador da Copa América 2019 conquistou 40 taças na carreira - a deste domingo foi a primeira como capitão

Por Alexandre Senechal - 8 jul 2019, 17h16

RIO DE JANEIRO – Daniel Alves saiu da Copa America muito maior do que entrou. O lateral, que não disputou a última Copa do Mundo por causa de uma lesão no joelho direito, fez grandes partidas e foi eleito o melhor jogador da competição continental. Aos 36 anos, mostra que ainda é um dos melhores do mundo em sua posição e pondera o futuro. O contrato com os franceses do Paris Saint-Germain terminou e o jogador está sem clube.

O veterano da seleção brasileira se emocionou ao comemorar o título da Copa América após a vitória na final por 3 a 1 sobre o Peru neste domingo, 7, e destacou o trabalho em grupo. A conquista foi a quadragésima da carreira do atleta – a primeira como capitão.

Dani Alves admitiu que conquistar o torneio não foi fácil principalmente após um início de campeonato no qual a equipe foi alvo de críticas e chegou a ser vaiada. “Tínhamos que ir passo a passo, muito conscientes e determinados e acreditando no nosso trabalho”, disse após a partida.

“Sabíamos que tínhamos que estar preparados para a final, para esta partida no Maracanã”, acrescentou o melhor jogador da Copa América 2019.

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O jogador também falou da conquista no Maracanã, onde o Brasil só perdeu uma partida oficial em sua história (contra o Uruguai em 1950, no famoso ‘Maracanazo’), e chamou o estádio de “casa da seleção”.

(Com AFP)

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