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Cristiano Ronaldo garante: não está triste por dinheiro

Arbeloa e Kaká, companheiros do Real Madrid, demonstraram apoio ao atacante

Com a grande repercussão após suas declarações no domingo, quando disse estar triste no Real Madrid, o atacante Cristiano Ronaldo afirmou nesta terça-feira que o problema não é econômico e que continuará se dedicando ao time espanhol. “Estou sendo acusado de querer mais dinheiro, mas ficará provado que não é verdade”, disse em seu perfil no Facebook. Cristiano Ronaldo está com a seleção de Portugal, que enfrenta Luxemburgo nesta sexta-feira, pelas Eliminatórias da Copa de 2014, no Brasil. “Quero garantir aos torcedores do Real Madrid que minha motivação, dedicação, empenho e vontade de vencer todas as competições não serão afetados.”

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Cristiano Ronaldo marcou dois gols na vitória por 3 a 0 do Real Madrid sobre o Granada, no domingo, e não os comemorou. A imprensa europeia noticiou que o jogador estaria chateado com Marcelo, porque o brasileiro disse que o goleiro Iker Casillas, também do Real, merecia ganhar a Bola de Ouro deste ano. Cristiano teria se sentido “traído” – Iniesta, do Barcelona, recebeu o prêmio de melhor jogador da Europa na última temporada. Leia também: Daniel Alves e Marcelo, os parceiros de Messi e Ronaldo Também nesta terça, o lateral Arbeloa disse estar surpreso com as declarações de Cristiano Ronaldo. “Somos uma família, precisamos ajudá-lo. Para Cristiano Ronaldo, o mais importante é o Real Madrid. Ele sabe que está na melhor equipe e espero que se aposente aqui. É o que a torcida quer.” Arbeloa ainda pediu paciência e carinho em relação a Cristiano. “Espero que a torcida não se sinta mal com suas palavras, que tiveram repercussão demasiada.” Na segunda-feira, o meia Kaká, encostado no Real Madrid mas relacionado para a próxima Liga dos Campeões, disse esperar que Cristiano não saia do Real. “O Cristiano tem todo o apoio do grupo para o que quiser. Nós precisamos muito dele e ele tem de estar feliz para que continue atuando em altíssimo nível.” (Com agência EFE)