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Corinthians encara o Flamengo e pressão no Pacaembu

Por Da Redação 8 set 2011, 07h25

Por Fábio Hecico

São Paulo – Cobrados abertamente pelo presidente Andrés Sanchez e com rispidez por parte da torcida – invadiu o treino da última terça-feira – e pressionado com as vitórias de São Paulo e Botafogo, nesta quarta, os jogadores do Corinthians têm enorme teste de nervos nesta quinta, às 21h50, diante do Flamengo. Cientes de que a paz no Campeonato Brasileiro passa por uma vitória, eles prometem recuperar a primeira colocação com bom futebol diante dos cariocas.

Em 21 rodadas no Nacional, apenas em três o Corinthians não foi líder ou segundo colocado. Na primeira (5.º), segunda (4.º) e quinta (3.º). Nesta quinta, entrará em campo em terceiro e, dependendo do resultado do Vasco, que estará jogando com pouco mais de uma hora de antecedência contra o Coritiba, até em quarto.

Ciente de que a sorte das últimas rodadas deu adeus na abertura desta, com 2 a 1 do São Paulo sobre o Atlético Mineiro, agora o líder, e 4 a 0 do Botafogo sobre o Ceará, o segundo, o técnico Tite usará toda experiência do grupo.

Depois de ensaiar trocar Leandro Castán por Wallace, ele mantém a defesa titular, ainda com Alessandro, Chicão e Ramón. No meio, Jorge Henrique permanece por ser mais “rodado” que Edenilson, Liedson volta no ataque e apenas Danilo sai para a entrada de Alex, pela primeira vez ganhando a posição do companheiro por competência.

Com um time cascudo, Tite espera ter estabilidade emocional para suportar possíveis vaias da irritada torcida, indignada com apenas 12 pontos somados nos últimos 33 disputados.

Os jogadores, entre eles, fizeram um pacto de ajuda mútua. Conversaram e combinaram de fazer o possível e até o impossível para permanecer com a principal arma, a torcida, do lado. “É óbvio e todos vão dizer que não atrapalha, mas é desconfortável jogar com vaias. Nesse momento, a experiência ajuda e essa consciência todos aqui têm”, afirmou Alex.

Ele será o responsável por municiar o ataque. Entra na vaga de Danilo, preservado por Tite após as cobranças e também pela queda de rendimento dos últimos jogos. Até então, com os dois bem, o técnico sempre havia optado pelo agora reserva, que só não iniciou entre os 11 na primeira rodada (Morais jogou) ou quando esteve suspenso.

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