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Corinthians demite o técnico Oswaldo de Oliveira

Terceira passagem do treinador pelo clube durou apenas dois meses

Por da redação Atualizado em 15 dez 2016, 15h13 - Publicado em 15 dez 2016, 12h50

O Corinthians anunciou nesta quinta-feira a demissão do técnico Oswaldo de Oliveira. Um dia depois de se reunir por cerca de três horas com o treinador, em uma churrascaria de São Paulo, a diretoria tomou uma decisão e anunciou o rompimento do vínculo que ia até o fim de 2017. A terceira passagem de Oswaldo de Oliveira pelo clube durou apenas dois meses, com nove jogos (duas vitórias, quatro empates e duas derrotas no Brasileirão, além de uma derrota na Copa do Brasil).

Oswaldo de Oliveira substitui Fábio Carille em outubro. Sua contratação, uma exigência do presidente Roberto de Andrade, causou turbulência na diretoria. Exatamente no dia da chegada de Oswaldo, o diretor-adjunto Eduardo Ferreira anunciou sua demissão, por ter se sentido “traído” pelos colegas, que não o consultaram.

Oswaldo de Oliveira treinou o Corinthians em três oportunidades. Foi justamente no Parque São Jorge, em 1999, que o treinador carioca iniciou sua carreira – antes era auxiliar de Vanderlei Luxemburgo. Oswaldo conquistou os campeonatos Paulista e Brasileiro daquele ano e, no ano seguinte, foi campeão do Mundial de Clubes. A segunda passagem no Corinthians veio em 2004, mas os resultados ruins ocasionaram na sua demissão em apenas quatro meses.

O presidente Roberto de Andrade concedeu  entrevista nesta tarde para explicar a saída do treinador de 66 anos. “Trouxemos o Oswaldo porque acreditávamos na competência dele. Sabíamos que não dava para fazer muita coisa nesse curto espaço de tempo, mas a resposta dada nesses dois meses de trabalho também não foi o mínimo que esperávamos”, disse Andrade, em entrevista coletiva.

Entretanto, ele assume que a pressão nos bastidores atrapalha o dia a dia do clube. “Sempre atrapalha, nunca é bom, mas a gente procura separar a política do trabalho. Eu procuro fazer meu trabalho e o Corinthians não espera resolver problema político para atuar e agir”, completou.

 

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