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Corinthians bate Santos e se aproxima da Libertadores

Gol de Guerrero no início do jogo garante 1 a 0 no Itaquerão

Por Da Redação 9 nov 2014, 21h13

O Corinthians conseguiu uma importante vitória sobre o Santos neste domingo e deu mais um passo em busca da vaga na Libertadores do ano que vem. A equipe dominou a partida e criou diversas chances, principalmente no segundo tempo, mas foi o gol de Guerrero logo aos seis minutos que garantiu o 1 a 0 no clássico, no Itaquerão, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O resultado levou a equipe a 57 pontos, na quinta colocação, mas hoje ela estaria na próxima Libertadores, uma vez que Cruzeiro e Atlético-MG são finalistas da Copa do Brasil, que garante uma vaga direta no torneio, e estão no G4. O Santos, por sua vez, é o oitavo, com 46 pontos, e tem poucas ambições nesta reta final de competição. Na próxima rodada, o Corinthians pega o Bahia, domingo, na Fonte Nova, enquanto o Santos recebe o Cruzeiro na Vila Belmiro.

Na partida deste domingo, a equipe de Mano Menezes abusou das jogadas pelo lado direito do ataque, aproveitando o espaço nas costas do jovem lateral Caju. Malcom, Renato Augusto, Guerrero e Luciano tiveram bons momentos após jogadas por ali, mas desperdiçaram. Já o Santos foi dominado durante quase os 90 minutos, pareceu um pouco desinteressado com a falta de objetivo no campeonato e mostrou que ainda sente a eliminação nas semifinais da Copa do Brasil, para o Cruzeiro, na última quarta.

O jogo – O Corinthians começou a todo vapor, aproveitando o espaço pelo lado direito. E foi por lá que nasceu a jogada do primeiro gol, logo aos seis minutos. Bruno Uvini errou e perdeu a bola dominada. Depois, foi batido com extrema facilidade por Renato Augusto, que driblou o marcador e cruzou rasteiro. A bola passou por toda a defesa santista, mas não por Guerrero, que tocou de pé esquerdo para abrir o placar.

O gol mudou um pouco a postura do Corinthians, que passou a deixar a posse com o Santos e apostar nos contra-ataques. A proposta deu certo e os donos da casa seguiram melhores, abusando das jogadas com Malcom, sempre pela direita. Foi por ali que Ralf criou boa jogada, mas parou em Caju aos 23. A resposta veio aos 28, quando Lucas Lima cobrou falta da direita direto para o gol, mas Cássio desviou para escanteio.

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Malcom seguia como principal arma ofensiva corintiana, mas em alguns momentos demonstrava certa ansiedade, como aos 37 minutos. Renato Augusto recebeu dentro da área e, de primeira, tocou para o atacante, que pareceu se assustar com a chance, dominou errado e, ao tentar bater de direita, jogou longe.

O segundo tempo começou exatamente da mesma maneira, com Malcom explorando as costas de Caju. Aos dois minutos, ele foi lançado por ali, driblou o lateral santista e, mesmo com pouco ângulo, decidiu arriscar mas isolou. Aos seis, mais uma chegada pela direita. Desta vez com Ralf, que rolou no meio para Renato Augusto. O meia bateu, Aranha espalmou, e Guerrero foi travado por Victor Ferraz na hora que finalizaria.

O Corinthians era dono do segundo tempo e quase marcou o segundo após grande jogada de Guerrero. O peruano arrancou pelo meio e deu enfiada perfeita para Renato Augusto, que ajeitou e encheu o pé. Aranha espalmou, Guerrero chegou batendo de voleio e só não marcou o segundo porque o goleiro santista mostrou muito reflexo para fazer uma grande defesa. Aos 13, em lance parecido, Petros achou Renato Augusto pela direita, mas Aranha mais uma vez espalmou.

Depois de tantas chances perdidas, o Corinthians diminuiu o ritmo e o Santos aproveitou para criar sua melhor oportunidade em toda a partida. Aos 22, Caju foi à linha de fundo pela esquerda e cruzou para Gabriel, que chegou batendo rente à trave.

Após alguns erros, Malcom deu lugar a Luciano. Logo em seu primeiro lance em campo, o atacante avançou pela direita, cortou e bateu. A bola desviou em Edu Dracena e tocou no travessão. Aos 36, novamente por aquele lado, Fagner recebeu, foi cortando para o meio, até que bateu de canhota, com muito perigo. Já aos 40, foi Danilo que arriscou de longe e exigiu boa defesa de Aranha no último bom lance da partida.

(Com Estadão Conteúdo)

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