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Copa chega em boa hora, afirma economista Ilan Goldfajn

Em artigo para a revista Placar, ele mostra que há motivos para crer no impacto positivo do Mundial na economia. Basta aproveitar os lances na hora certa

Por Da Redação 6 jun 2013, 14h39

“Realização do Mundial pode ser gatilho para tornar realidade projetos que estavam há anos em discussão”

Depois de crescer vigorosamente entre 2004 e 2010, a economia brasileira começou a desacelerar. Durante os anos de expansão, a taxa de desemprego caiu, consumiu-se mais energia elétrica e ocuparam-se intensamente os espaços urbanos e a infraestrutura instalada. Mas houve menos sucesso na ampliação da capacidade de produção e no aumento da produtividade. Agora há sinais de esgotamento da capacidade produtiva, o que pode reduzir o crescimento potencial do país.

A Copa do Mundo da Fifa vem em boa hora. Os investimentos em mobilidade urbana, aeroportos, portos, telecomunicações, segurança e energia que acompanham o megaevento são fundamentais para o país retomar a capacidade de crescer no longo prazo. Por causa disso, a Copa tende a ter um impacto econômico maior e mais importante no Brasil do que em sedes anteriores, como Alemanha (2006), Coreia do Sul e Japão (2002) e França (1998), países com menor necessidade de infraestrutura adicional.

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Ilan Goldfajn (Haifa, Israel, 1966, naturalizado brasileiro), economista-chefe e sócio do Itaú Unibanco, foi diretor de política econômica do Banco Central

Leia o artigo na íntegra no site de Placar

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