OFERTA 10.10! Revista impressa com o MENOR PREÇO DO ANO! 🤑 Assine agora!

Concessionária recorre de liminar para não reassumir o Maracanã

Grupo liderado pela Odebrecht alega que só retomará o controle do estádio se o Comitê Organizador da Rio-2016 realizar reparos prometidos

Por Da redação 17 jan 2017, 12h33 | Atualizado em 4 jul 2026, 11h16
Concessionária recorre de liminar para não reassumir o Maracanã Priorize VEJA no Google

A concessionária que administra o Complexo Maracanã emitiu nota nesta terça-feira para informar que recorrerá da liminar obtida pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro na última semana, que a obriga a reassumir a concessão do estádio mais importante do país. A concessionária, liderada pela Odebrecht, se recusa a reassumir a administração do complexo esportivo alegando que o Comitê Rio-2016, que gerenciou o estádio durante a Olimpíada do ano passado, não concluiu obras necessárias para a devolução do estádio depois do evento. 

Abandonado, sem energia e com seu gramado em estado deplorável, o Maracanã virou protagonista de um jogo de empurra-empurra entre o Rio-2016 e a Concessionária. A empresa que ganhou a concessão do Estado para gerir o Complexo Maracanã alega que só não reassumiu o local por causa das cláusulas do Termo de Autorização de Uso (TAU).

“De acordo com o contrato firmado entre a Casa Civil e o Comitê, o Maracanã e o Maracanãzinho só deveriam sair da administração da Rio-2016 depois de feitos todos os reparos. O próprio Comitê Rio-2016 admite que deixou várias pendências nas instalações”, argumenta a concessionária.

Continua após a publicidade

Em nota, a Maracanã S/A cita as pendências que precisam ser resolvidas pelo Comitê, o que incluiu laudos que atestem que o sistema de drenagem e a cobertura não foram danificados pelas intervenções feitas para as cerimônia. Além disso, o Rio-2016 deveria repor cadeiras nas arquibancadas, realocar catracas eletrônicas, consertar fechaduras e retirar placas de publicidade espalhadas “por todo o estádio”.

Na última sexta-feira, a Procuradoria Geral do Estado (PGE) solicitou que a concessionária retomasse imediatamente o controle do Maracanã, alegando que a a não conclusão dessas obras não impede que a Maracanã S/A reassuma a administração do local. Por descumprir a ordem, a concessionária estava sujeita a uma diária de 200.000 reais. 

Continua após a publicidade

Abandono – O estádio Jornalista Mário Filho, construído para a Copa do Mundo de 1950, recebeu um  investimento de 1,3 bilhão de reais do governo do Estado do Rio de Janeiro para ser modernizado para os megaeventos dos últimos anos.  O impasse vem deixando o estádio sem utilidade.

O último evento foi o amistoso beneficente organizado por Zico, ídolo do futebol brasileiro que tantas vezes brilhou no gramado, em 28 de dezembro. A Ferj agora busca dialogar com os clubes e encontrar soluções para que o estádio volte a receber partidas dos clubes cariocas.

Continua após a publicidade

No ano passado, apenas os dois jogos da decisão do Campeonato Carioca foram disputados no estádio, que passava por obras para utilização no Rio-2016. Após a Olimpíada e a Paralimpíada, o Maracanã recebeu sete partidas oficiais, todas na reta final da temporada 2016, sendo quatro do Flamengo, duas do Fluminense e uma do Vasco.

Continua após a publicidade

(com Estadão Conteúdo)

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Domine o fato. Confie na fonte.

15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.

OFERTA 10.10

Digital Premium

A notícia em tempo real na palma da sua mão!
Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver, + programa de benefícios Prata.
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 10,10/mês
ECONOMIZE R$ 325 - 45% OFF

Revista em Casa + Digital Premium

Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Premium (cada revista sai por menos de R$ 10,00)
De: R$ 59,99/mês
A partir de R$ 32,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).