Como a Copa do Mundo se tornou terreno fértil para mulheres ‘fazerem gol’
A pesquisadora Luana Matos do Nascimento conversou com a coluna GENTE
Doutoranda em Comunicação PUC -Rio, com pesquisa sobre o trabalho de influenciadores, Luana Matos do Nascimento tem acompanhado com atenção o engajamento provocado pelas mulheres de jogadores ao longo dessa Copa do Mundo. A pedido da coluna GENTE, assim ela analisa o fenômeno de tais personagens que, até pouco tempo, eram chamadas pejorativamente de “marias chuteiras” e agora são influencers de estilo:
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“Um ponto crucial, para compreensão desse movimento, é que a creator economy é majoritariamente feminina. Cerca de 70% dos criadores no Brasil são mulheres. Portanto, ver essas mulheres dominando a narrativa publicitária da Copa, um evento historicamente voltado ao público masculino, não é sorte; é uma sacada estratégica. Elas ampliam o alcance das marcas para um público que também consome futebol, mas nunca foi tratado como prioridade. Não se trata mais de ‘aparecer ao lado de’, mas de construir negócios. A internet permitiu que elas se tornassem próprios veículos de mídia. Demonstra que o marketing esportivo tem cada vez mais compreendido que as mulheres são grandes consumidoras”.
EM UM SÓ LUGAR







