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Com convites, H. Rubens espera final de contrato para decifir futuro

Por Da Redação - 23 maio 2012, 17h12

O técnico Hélio Rubens anunciou sua saída de Franca na semana passada e, desde então, já recebeu algumas ofertas de trabalho. Ainda assim, ele prefere esperar o final de seu contrato com a equipe do interior paulista, no próximo dia 30 de junho, para tomar uma decisão.

‘Existem alguns contratos e convites, mas, por uma questão de critério, vou esperar até o final do meu contrato para decidir. Agora, estou analisando o que posso fazer para contribuir com o basquete. Acho que estou preparado para exercer qualquer trabalho em função do esporte’, disse o técnico em entrevista ao Sportv.

No total, Rubens passou 48 anos em Franca, metade como jogador e metade como técnico. Neste período, conquistou seis títulos nacionais no comando da equipe paulista. Com o Vasco e Uberlândia, repetiu o feito, além de ter vencido os Jogos Pan-americanos de Winnipeg-1999 com a Seleção Brasileira.

Uma das propostas recebidas por Rubens é para exercer um cargo diretivo ligado ao futebol do Uberlândia Esporte Clube-MG. Após o desligamento de Franca, ainda que se considere apto a exercer qualquer atividade, ele gostaria de continuar como treinador de basquete.

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‘Meu objetivo é prestar serviço à comunidade através do basquete. Eu tenho clínicas esportivas, palestras motivacionais, mas gostaria muito de continuar como técnico. No basquete, por ser um esporte de precisão, os conceitos mudam periodicamente, apesar de os fundamentos serem os mesmos desde a sua invenção’, declarou.

Ex-comandante da Seleção Brasileira, Rubens disse ver com bons olhos a presença de estrangeiros no time nacional e elogiou o argentino Rubén Magnano, sucessor do espanhol Moncho Monsalve. Experiente, ele ainda aprovou a iniciativa de convocar Nenê e Leandrinho para os Jogos Olímpicos de Londres.

‘Eu acho que isso foi um mérito muito grande do Magnano e da Confederação Brasileira de Basquete (CBB). O Magnano é competente, campeão olímpico, vai aos jogos e conversa com todo mundo. Há 12 potências em condições de ganhar o ouro olímpico e fico feliz por saber que o Brasil é uma delas’, afirmou.

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