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Com chegada de Diniz, Vagner Mancini pede demissão no São Paulo

Raí chegou a afirmar que o coordenador voltaria a treinar o time interinamente, mas o anúncio de Diniz horas depois foi seguido do desligamento de Mancini

Por Da Redação - 27 set 2019, 03h10

No mesmo dia em que Cuca resolveu deixar o cargo de treinador do São Paulo – sendo rapidamente substituído por Fernando Diniz, que já treinará o time nesta sexta-feira -, a comissão técnica do clube sofreu mais uma baixa. Nesta quinta-feira, Vagner Mancini pediu demissão do posto de coordenador técnico, momentos após Diniz ser anunciado.

“Acredito, como coordenador, que a diretoria deve estar livre na tentativa de recuperação do time e do clube para alcançar resultados que a torcida espera e merece. Por isso, comunico meu desligamento. Desejo tranquilidade e leveza no desafio de uma reestruturação e no trabalho da nova comissão técnica”, disse Mancini em nota oficial.

Logo depois da saída de Cuca, Raí, diretor executivo de futebol, anunciou que Vagner Mancini atuaria como interino no jogo contra o Flamengo, marcado para 19h (de Brasília) de sábado, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Maracanã.

Com a chegada de Fernando Diniz, no entanto, o próprio Mancini tomou a decisão de deixar o São Paulo. Contratado no início de 2019, o coordenador ficou apenas nove meses no clube e chegou a treinar o time após a saída de André Jardine, em campanha que resultou no vice-campeonato paulista.

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Confirmado como sucessor de Cuca, Fernando Diniz será apresentado no CT da Barra Funda nesta sexta-feira e já estreia no comando do São Paulo contra o Flamengo. Ele chega acompanhado pelo preparador físico Wagner Bertelli e pelo auxiliar técnico Márcio Araújo.

Veja nota oficial assinada por Vagner Mancini:

“Acredito, como coordenador, que a diretoria do São Paulo Futebol Clube deve estar livre na tentativa de recuperação do time e do clube para alcançar resultados que a torcida espera e merece. Por isso, comunico meu desligamento do São Paulo. Desejo tranquilidade e leveza no desafio de uma reestruturação e no trabalho da nova comissão técnica.

Trabalhar no São Paulo foi um orgulho e honra para mim. Assumir uma nova função foi um grande desafio. Contribui ao máximo para desenvolver uma boa gestão e garantir integração e o bom funcionamento entre os setores do clube. Depois de nove meses de trabalho, me orgulho da oportunidade de ter estado a frente deste grande clube em nove jogos e levar o time a uma final de Campeonato Paulista, reerguer o grupo numa fase tão difícil foi uma realização profissional.

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Agradeço a todos os profissionais do São Paulo pela convivência e aprendizado, especialmente a todos que confiaram em mim. Guardarei com carinho os melhores momentos enquanto representei essa camisa.

Minha admiração e torcida por este clube será eterna”.

(Com Gazeta Press)

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