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Cielo e Thiago Pereira não conquistam medalhas em dia ruim para o Brasil

Por Antony Dickson 28 jul 2011, 11h28

Os brasileiros César Cielo e Thiago Pereira não conquistaram medalhas nas finais desta quinta-feira, respectivamente nos 100 metros estilo livre e nos 200 metros medley, do Mundial de Natação, em Xangai. Os atletas ficaram na quarta e sexta colocações em um dia ruim e sem vitórias para o Brasil.

Cielo, que venceu os 50 metros borboleta nesta competição, ficou fora do pódio desta vez em uma prova em que defendia seu título, uma vez que conquistou o ouro em Roma há dois anos.

A estrela da natação brasileira, que compete na China depois de ter sido autorizado pelo Tribunal Arbitral do Esporte a nadar, mesmo tendo sido pego em um exame antidoping, foi uma das “vítimas” do surgimento de um novo prodígio no esporte, o jovem australiano James Magnussen.

O novo campeão da modalidade fez um tempo de 47.63 segundos e se consagrou como a grande sensação do evento, liderando a conquista de medalhas. O canadense Brent Hayden levou a prata com um tempo de 47.95 segundos e o francês William Meynard (48.00) ficou com o bronze.

Cielo, que ainda detém o recorde mundial (46.91), conquistou o terceiro lugar nas Olimpíadas de Pequim, algo que deixou escapar por apenas um centésimo de segundo desta vez.

“Foi por um centésimo. Estou feliz com a prova e com minha atitude, com a confiança que demonstrei. Fui mais ou menos como eu esperava, acho que nadei bem”, afirmou Cielo após a prova.

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Na quarta-feira, após as eliminatórias para os 100 metros, Cielo havia dito que Magnussen iria ser o campeão, considerando que ele seria invencível se repetisse a atuação de domingo durante a prova do revezamento 4×100 metros livre.

O outro brasileiro nas finais desta quinta-feira foi Thiago Pereira, que ficou em sexto nos 200 metros medley. O norte-americano Ryan Lochte foi o vencedor, deixando o compatriota Michael Phelps na segunda colocação. Com o tempo de 1:54.00, Lochte bateu seu próprio recorde mundial.

O nadador conseguiu assim o primeiro recorde em piscina longa desde 2010, quando foi proibido o uso dos polêmicos maiôs de poliuretano, que provocaram uma chuva de recordes em 2008 e 2009.

Thiago havia conquitado na quarta-feira o melhor tempo nas eliminatórias (1:57.82) e o quinto nas semifinais (1:58.27), mas na final não conseguiu abocanhar uma medalha, ficando cinco exatos segundos atrás de Lochte.

Ainda nesta quinta-feira, o também brasileiro Leonardo de Deus ficou fora das eliminatórias dos 200 metros costas, com o sétimo tempo em sua série.

Até o momento, o Brasil acumula três medalhas, todas de ouro, no Mundial de Xangai: Cielo nos 50 metros borboleta, Felipe França nos 50 metros peito e Ana Marcela Cunha nos 25 quilômetros em águas abertas.

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