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‘Chocado’ com a saída de Drogba, clube chinês vai à Fifa

Shanghai Shenhua diz que jamais aceitou liberar jogador para o Galatasaray

Por Da Redação - 30 jan 2013, 11h44

De acordo com informações da imprensa chinesa, Drogba ficou sem receber salários nos últimos três meses em que esteve no Shanghai Shenhua

A diretoria do Shanghai Shenhua, da China, está “chocada” com a transferência do atacante Didier Drogba para o Galatasaray, da Turquia. Em comunicado divulgado nesta quarta-feira, o clube chinês afirmou que o jogador não poderia ter se transferido, já que ainda está sob contrato. Os chineses prometeram acionar a Fifa para forçar Drogba a voltar para Xangai. “O Drogba continua sendo atleta do Shanghai Shenhua e o contrato entres as duas partes ainda é válido. Estamos reunindo os documentos necessários que serão entregues à Fifa para a proteção dos nossos interesses”, diz nota divulgada pelo site oficial do clube. A direção do clube chinês disse entender a “ansiedade” de Drogba, que avisou que gostaria de participar da Liga dos Campeões da Europa, competição para a qual o Galatasaray está classificado.

Os cartolas afirmam, no entanto, que Drogba precisa ter “responsabilidade” e cumprir os dois anos que restam no contrato. De acordo com informações da imprensa chinesa, Drogba ficou sem receber salários nos últimos três meses em que esteve no Shanghai Shenhua. Essa foi a justificativa dele para acertar com o Galatasaray. Segundo os representantes do marfinense, havia uma cláusula contratual que previa rescisão em caso de atrasos salariais. No clube turco, ele jogará ao lado do brasileiro Felipe Melo e do holandês Wesley Sjneider. Drogba atualmente disputa a Copa Africana de Nações com a seleção da Costa do Marfim. Sua equipe está na liderança do Grupo D e pode se classificar para a próxima fase nesta quarta-feira, às 15 horas (de Brasília), em partida contra a Argélia. Drogba ainda não marcou no torneio.

(Com agência Gazeta Press)

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