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Chelsea joga futebol burocrático, mas vence na estreia. Valencia empata

Por Da Redação
13 set 2011, 17h45

A vitória por 2 a 0 no duelo diante do Bayer Leverkusen, em partida realizada nesta terça-feira, em Stamford Bridge, pela primeira rodada do Grupo E da Liga das Campeões, deu os primeiros três pontos ao Chelsea que, apesar da vitória, mostrou que ainda precisa melhorar muito se quiser entrar forte na briga pelo sonhado título continental.

O time deu início à busca de forma frenética. Com um minuto de bola rolando, já partia para cima com investida do criticado Fernando Torres, que ganhou um voto de confiança do técnico Andre Villas Boas apesar das fracas atuações e se manteve entre os titulares, ao contrário de Lampard e Terry, que foram poupados.

Aos quatro minutos, dado o ritmo da partida, a bola já havia entrado nos dois gols, mas sem nenhum deles ter sido marcado pela arbitragem. Em cobrança de escanteio, Rolfes acertou o gol aos dois minutos, mas o lance havia sido paralisado por conta de uma falta dentro da área.

No lance seguinte, após passe de Juan Mata, Fernando Torres bateu para o gol, com desvio de calcanhar de Raul Meirelles para as redes alemãs, que balançaram indicando o triunfo dos Blues. O problema é que o português estava impedido e o gol foi anulado pela arbitragem.

A partir desse momento, os lances de intensidade diminuíram, mas a partida continuou disputada e ardente. Os ingleses dominavam, principalmente no meio-de-campo, mas o Bayer Leverkusen não tinha medo de jogar quando tinha a bola nos pés.

Enquanto o Chelsea sentiu a falta do armador Lampard, que permaneceu no banco de reservas, poupado para o duelo diante do Manchester United pelo Campeonato Inglês, via Fernando Torres perder boas oportunidades por excesso de preciosismo na hora da finalização.

A troca de passes sem objetivo do Chelsea fez com que o Bayer Leverkusen voltasse fortalecido para a segunda etapa. O principal nome de articulação do time alemão, que se tornou o finalizador e chegou perto de abrir o placar, é um velho conhecido da torcida londrina: Michael Ballack.

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Logo aos quatro minutos, o camisa 13 fintou os defensores do ex-clube e arrematou de direita sobre o gol do Bayer. Pouco tempo depois foi a vez do goleiro Petr Cech ser surpreendido por um chute do meio-campista, que ainda pegou o rebote e, livre, perdeu uma grande chance de se vingar do Chelsea dentro de Stamford Bridge.

Com as entradas de Lampard e Anelka, os Blues retomaram o papel de protagonistas e voltaram a criar chances na partida. Instantes depois das mudanças do time inglês, Ballack foi substituído por Renato Augusto no Bayer Leverkusen e a torcida londrina ovacionou seu antigo ídolo.

Dentro de campo, o Chelsea não demoraria para inaugurar o marcador. O brasileiro David Luiz começou a jogada da defesa e serviu Malouda, que trocou passes com Fernando Torres. Ao invés de chutar, o espanhol optou por rolar para a batida cruzada do zagueiro que foi ao ataque e marcou um belo gol.

Aos 25, os Blues chegaram de novo. Em jogada de Anelka, a bola sobrou no meio da área para o aplaudido camisa 10 Juan Mata, que soltou um tiro de esquerda para a defesa segura do elástico Leno.

Nesse momento, Stamford Bridge viria abaixo mais uma vez. O atacante Sidney Sam foi substituído e as vaias tomaram conta. O jogador postou uma foto pela manhã em seu Twitter com a legenda ‘Que p… é Chelsea de Londres?’ enquanto fazia sinal de reprovação a uma camisa do clube inglês. Sem brilhar no duelo diante dos ingleses, Sam foi para o vestiário cabisbaixo.

O Leverkusen tentou reequilibrar a partida, mas a festa do torcedor dos Blues e a troca de passes sensata no meio-de-campo foram segurarando a vitória por 1 a 0, que ainda podia aumentar se a arbitragem não tivesse anulado um gol de Anelka aos 35.

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Aos 45 do segundo tempo, após mais uma bela jogada construída por Fernando Torres, que não faz gols, mas se destaca como garçom, Juan Mata bateu no canto e aumentou a vantagem do Chelsea para 2 a 0. E fim de papo.

Enquanto isso, na Bélgica…

O Genk, para tentar se livrar do estigma de ‘patinho feio’ do Grupo E, recebeu o Valencia no Cristal Arena, na Bélgica, e não decepcionou sua apaixonada torcida. O empate em 0 a 0 superou as expectativas e os jogadores belgas deixaram o estádio sob aplausos.

Dentro de campo, os goleiros seguraram a bronca e evitaram que o marcador saísse do zero. Diego Alves, pelo lado do Valencia, fez uma série de defesas importantes no início da segunda etapa, momento em que o entrosado trio de ataque belga, formado por Tozser, Camus e Ogunjimi, estava mais intenso na partida.

Sem o brasileiro Jonas e contando excessivamente com a inspiração do atacante Soldado, que não brilhou, o Valencia dominou o jogo, mas teve dificuldades na conclusão e deixou o Chelsea assumir a ponta do Grupo E.

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