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Chacina em galpão de torcida do Corinthians faz 8 mortos

<p>(Atualizada às 13h33) Oito pessoas morreram na noite deste sábado na sede da Pavilhão 9, uma das torcidas organizadas do Corinthians, localizada na Ponte dos Remédios, próximo à Marginal Tietê, na capital paulista. Segundo informações da Polícia Militar, o crime ocorreu por volta das 23h. Ao menos dois homens armados teriam invadido o galpão. Foram […]</p>

Por Da Redação Atualizado em 11 jan 2022, 18h47 - Publicado em 19 abr 2015, 11h08

(Atualizada às 13h33)

Oito pessoas morreram na noite deste sábado na sede da Pavilhão 9, uma das torcidas organizadas do Corinthians, localizada na Ponte dos Remédios, próximo à Marginal Tietê, na capital paulista. Segundo informações da Polícia Militar, o crime ocorreu por volta das 23h. Ao menos dois homens armados teriam invadido o galpão. Foram encontrados no local cartuchos de pistola 9mm.

A polícia fala em chacina porque as vítimas foram encontradas deitadas próximas umas das outras. Quando os policiais atenderam a ocorrência, sete pessoas já estavam mortas. Uma oitava foi levada ao Hospital das Clínicas, mas não resistiu aos ferimentos.

De acordo com informações do canal SporTV, sete vítimas já foram identificadas. Um dos mortos é Fábio Neves Domingos, de 34 anos, ex-presidente da organizada e um dos corintianos que ficaram presos em Oruro, na Bolívia, após a morte do jovem torcedor Kevin Espada, em 2013. Fábio também esteve envolvido em uma briga nas arquibancadas do estádio Mané Garrincha, em Brasília, durante uma partida entre Corinthians e Vasco, válida pelo Campeonato Brasileiro de 2013.

Os outros nomes confirmados são os de Ricardo Júnior Leonel do Prado, de 34 anos; André Luiz Santos de Oliveira, de 29 anos; Mateus Fonseca de Oliveira, 19 anos; Jhonatan Fernando Garzillo Massa, 21 anos; Marco Antônio Corassa, 19 anos; e Mydras Schmidt, de 38 anos.

A página do Pavilhão 9 no Facebook exibe uma mensagem de luto, mas nenhum representante da torcida se pronunciou sobre o assunto.

O caso será investigado pelo Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Até o momento, a hipótese mais plausível para os crimes seria o envolvimento com tráfico de drogas. Ao jornal Folha de S. Paulo, o delegado do DHPP, Arlindo José Negrão Vaz, disse que uma relação entre os assassinatos e as rixas entre torcidas está temporariamente descartada. Neste domingo à tarde, o Corinthians enfrenta o Palmeiras em uma das semifinais do Campeonato Paulista.

(Com Agência Brasil)

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