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Cássio nega ambiente ruim e confia em vitória no clássico

Em visita a Interlagos antes do GP do Brasil, goleiro do Corinthians fala sobre a recuperação do clube após queda na Copa do Brasil e sobre duelo com Santos

Por Luiz Felipe Castro 9 nov 2014, 09h54

“Todos lá me conhecem e sabem que eu falo algumas besteiras quando estou de cabeça quente. Sou um cara respeitado no clube. Continuo me sentindo um líder da equipe”

O Corinthians tem mais seis rodadas para salvar a temporada com uma vaga para a Copa Libertadores de 2015. Atualmente na 7ª colocação do Brasileirão, o time precisa desesperadamente voltar a vencer, mas terá um compromisso duro neste domingo, quando enfrenta o Santos, em clássico no Itaquerão, às 19h30 (de Brasília). Um dos principais líderes da equipe da capital, o goleiro Cássio garante que o time não jogou a toalha, mesmo depois da traumática eliminação para o Atlético-MG na Copa do Brasil. “Não participar da Libertadores seria uma decepção pelo time que nós temos. Mas ainda dá, pois faremos jogos com concorrentes diretos, como Grêmio e Fluminense, e temos condições. Ganhar um clássico nos daria moral para a sequência do campeonato”, afirmou o goleiro no circuito de Interlagos, onde conferiu os primeiros treinos do GP do Brasil de Fórmula 1 na manhã de sexta-feira. Cássio postou uma foto ao lado de Niki Lauda, tricampeão mundial de Fórmula 1.

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Depois da derrota por 4 a 1 para o Atlético no Mineirão, o titular da meta corintiana deixou o campo revoltado e chegou a dizer que havia jogadores no elenco que “não tinham condição de vestir a camisa do clube”. Ele, no entanto, garante que o episódio já esta superado e não afetou o ambiente no grupo. “Não ficou nenhum clima ruim, de maneira nenhuma. Todos lá me conhecem e sabem que eu falo algumas besteiras quando estou de cabeça quente. Sou um cara respeitado no clube e me dou bem com todo mundo. Continuo me sentindo um líder da equipe”, afirmou, ao lado de seu reserva Walter e do lateral-esquerdo Wendell, que também acompanharam os treinos em Interlagos.

Cássio afirma que nem mesmo a situação embaraçosa do técnico Mano Menezes – que encerra contrato em dezembro e já foi avisado de que não terá o vínculo renovado para a temporada de 2015 – afeta o vestiário. “O ambiente é ótimo, os jogadores se dão muito bem. A questão do Mano é chata, mas a gente deixa com a diretoria.” Cássio também desconversou ao comentar sobre a possibilidade de o técnico Tite retornar ao clube para substituir Mano. “É um cara que tem o nosso respeito, que todo mundo gosta e provou que é competente. Mas quem tem que decidir isso é a diretoria, a gente só tem que jogar.” Para o jogo deste domingo, o Corinthians terá o retorno de seu principal atacante, o peruano Paolo Guerrero, que cumpriu dois jogos de suspensão e jogará ao lado do jovem Malcom. Já o Santos, oitavo colocado e abalado pela eliminação da Copa do Brasil, viverá situação oposta: não terá seu craque, o atacante Robinho, que sofreu uma lesão muscular na derrota para o Cruzeiro. Gariel e Rildo formarão o ataque santista no Itaquerão.

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