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Brasil bate recorde mundial e é ouro nos 4x50m medley

Equipe formada por Cesar Cielo, Felipe França, Guilherme Guido e Nicholas Santos venceu até com certa facilidade no Mundial de Piscina Curta em Doha

Por Da Redação - 4 dez 2014, 12h54

A seleção brasileira formada por Cesar Cielo, Felipe França, Guilherme Guido e Nicholas Santos quebrou o recorde mundial do revezamento 4×50 metros medley, ao vencer nesta quinta-feira a final da prova no Campeonato Mundial de Piscina Curta, em Doha, no Catar. O quarteto fez o tempo de 1min30s51, superando em quase dois segundos a marca estabelecida pela Rússia, no fim do ano passado, durante a disputa do Campeonato Europeu, na Dinamarca. O antigo recorde era de 1min32s38. A medalha de prata ficou com a França, principalmente, pelo ótimo desempenho de Florent Manadou.

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O bronze ficou com a equipe americana, que vinha ocupando a segunda colocação até a última parte da prova. Guido abriu a prova no nado costas e terminou na quinta posição. Logo na sequência, Felipe França fez uma parcial espetacular no nado peito e já colocou o Brasil em primeiro. Nicholas Santos e Cielo mantiveram um ritmo forte e confirmaram a vitória.

A equipe é uma das maiores esperanças de medalha de ouro para o Brasil nos Jogos do Rio-2016: Felipe França é o número 1 do ranking mundial dos 50m peito; Nicholas Santos é o atual campeão mundial dos 50m borboleta em piscina curta; o campeão olímpico Cesar Cielo é tricampeão mundial dos 50m livre em piscina longa; e Guilherme Guido tem o quarto melhor tempo da temporada nos 50m costas.

Cielo – O único medalhista de ouro da natação brasileira retornou à piscina minutos depois do revezamento e a se impôs na semifinal dos 50m livre. Assim como na fase anterior, Cielo foi o mais rápido entre todos os competidores, com o tempo de 20s80, e avançou à final, que acontece nesta sexta-feira. Seu principal concorrente, o atual campeão olímpico Florent Manaudou, da França, cravou o terceiro melhor tempo: 20s93. O russo Vladimir Morozov foi o segundo mais veloz, com 20s88.

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Concentrado na prova que é sua especialidade, o brasileiro afirmou que vai para a final com o objetivo de fazer o melhor tempo de sua carreira. “Vamos ver o que dá para melhorar para amanhã. Um centésimo pode ser a diferença entre a prata e o ouro. Dá para fazer o melhor tempo da minha vida”, afirmou.

(Com agências EFE e Estadão Conteúdo)

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