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Borges exalta peso de fechar Brasileirão na artilharia

Por AE

Santos – O atacante Borges ressaltou, nesta quinta-feira, que sonha em terminar este Campeonato Brasileiro como artilheiro isolado. Com 23 gols, o atacante do Santos agora vê Fred, do Fluminense, mais próximo nesta disputa paralela da competição. E o jogador espera ficar próximo de assegurar o posto de goleador maior neste domingo, quando deverá fazer contra o Bahia, na Vila Belmiro, a sua partida final nesta edição do torneio.

O técnico Muricy Ramalho vem promovendo um rodízio nos últimos jogos do Santos, nos quais tem escalado os titulares apenas em casa, tendo em vista o planejamento que visa poupar os jogadores para o Mundial de Clubes da Fifa. Por isso, a tendência é a de que o treinador escale uma equipe sem as principais estrelas do time no clássico com o São Paulo, no dia 4 de dezembro, na rodada final do Brasileirão.

Fred já marcou 20 gols e terá teóricos dois jogos para tirar essa diferença de três em relação a Borges, movido pela possibilidade de ajudar o Fluminense a conquistar o título nacional. E o próprio Borges admite que ainda não garantiu essa artilharia, coisa que não dava como certa antes mesmo de o atacante do time carioca fazer sete gols nas duas últimas rodadas do Campeonato Brasileiro.

“Terminar como artilheiro é importante para qualquer centroavante. Quando eu tinha a vantagem de dez gols eu já dizia que não estava nada definido. A maior prova é que não está mesmo. Eu continuo trabalhando e entro para fazer o melhor. Se eu receber esse privilégio (de ser o maior goleador), vou ficar feliz”, afirmou Borges, que com os seus 23 gols se tornou o maior artilheiro do Santos em uma única edição do torneio nacional, superando os 22 feitos por Serginho Chulapa no Brasileiro de 1983.

E, ao mesmo tempo que pensa em garantir a artilharia do Brasileirão com uma grande atuação no próximo domingo, o atacante do Santos admite que está ansioso com a possibilidade de ser decisivo pelo Santos no Mundial de Clubes da Fifa, no próximo mês, no Japão. “Os dias vão passando e cada vez mais você pensa nisso. Não tem mais como dizer que não pensa. O que tem que fazer é deixar os dias correrem, mas estou com a cabeça tranquila”, completou Borges.