Clique e Assine a partir de R$ 7,90/mês

Blatter agora aposta que Brasil fará melhor Copa de todas

A um ano da abertura, chefão da Fifa se diz otimista, mas ressalta importância da Copa das Confederações como teste. 'Ela vai ser um belo ensaio para nós'

Por Da Redação 12 jun 2013, 13h04

A um ano do início da Copa do Mundo de 2014, o presidente da Fifa, Joseph Blatter, declarou que está ansioso para acompanhar a disputa do torneio no Brasil – e adotou um tom otimista ao falar sobre o evento. “Os fãs podem esperar o melhor. Os torcedores querem estar lá, e ainda mais quando se trata de Brasil, porque todos querem testemunhar a Copa no país do futebol”, disse Blatter ao site oficial da Fifa. Também nesta quarta, Aldo Rebelo, ministro do Esporte, Jérôme Valcke, secretário-geral da Fifa, e Pelé estiveram no Rio de Janeiro para inaugurar o relógio que faz a contagem regressiva para o primeiro jogo da Copa no Brasil, em 12 de julho de 2014.

Leia também:

Chega de imaginar: a Copa de 2014 começa agora, no Rio

Os governos atrasaram as obras. E você vai pagar o pato

Blatter elogiou a beleza dos novos estádios e comemorou a possibilidade de conhecer alguns deles durante a Copa das Confederações. “Eu já vi fotos dos estádios e preciso felicitar os arquitetos responsáveis pela concepção deles”, afirmou. A Copa das Confederações, entre 15 e 30 de junho, será um importante teste para a Copa do Mundo, com partidas em seis das doze sedes do torneio de 2014. “É uma copa dos campeões, mas também é um belo ensaio para nós”, disse Blatter, que evitou comentar detalhes sobre a preparação para a Copa de 2014. “Falemos da Copa do Mundo depois da Copa das Confederações.”

Leia também:

Enquanto Dilma ignora falhas, sedes acumulam problemas

Continua após a publicidade

Um choque de culturas na Copa: a Fifa aprende o ‘jeitinho’

Cultura do jeitinho deixa país vulnerável a falhas em Copa

Para Blatter, a Copa do Mundo deixará contribuições positivas em vários setores do Brasil. “Tenho certeza de que um dos legados da Copa do Mundo será o de ajudar o Brasil a se tornar um líder em termos de valores sociais e culturais. Uma Copa do Mundo realizada em uma sociedade tão multicultural é obrigada a unir as pessoas. Não há diferenças no futebol, as classes sociais não existem”, filosofou o cartola.

Acompanhe VEJA Esporte no Facebook

Siga VEJA Esporte no Twitter

(Com Estadão Conteúdo)

Continua após a publicidade

Publicidade