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Betinho exalta ambiente interno e revela que Fabiano pediu para não entrar

Por Da Redação 12 out 2011, 18h55

O auxiliar Betinho mais uma vez ficou no banco de reservas orientando o time do Avaí graças à suspensão do técnico Toninho Cecílio. Após o empate em 2 a 2 diante do Atlético-GO na tarde desta quarta-feira na Ressacada, o assistente elogiou a motivação dos jogadores da equipe catarinense.

‘Dentro do nosso vestiário o que houve foi uma união tremenda, um clima de força irrestrita. Das arquibancadas o pessoal cantou, vibrou. Como não vamos nos motivar? É empenho total nas últimas rodadas para o Avaí permanecer na Série A’, disse, creditando à torcida e aos atletas a força para correr atrás do empate.

O Avaí abriu o placar logo aos 18 do primeiro tempo, com gol de Willian. Ainda na primeira parte do jogo, com um gol de Anselmo se aproveitando da falha do goleiro Felipe, e outro de Vítor Junior, em jogada individual, o Dragão virou. No entanto, aos 45 do segundo tempo, pouco após perder a primeira cobrança de pênalti, Willian colocou no fundo do gol e deixou tudo igual na Ressacada.

Betinho aproveitou para elogiar a disposição do camisa 9 do Avaí: ‘Ele não é capitão do time à toa. Quando o vi pedindo a bola para cobrar o segundo pênalti e comemorando feito um menino quando marcou o gol, me emocionei de verdade. É um ídolo da torcida e tem uma capacidade de superação incrível. É isso que deixa claro que a briga do Avaí será intensa’.

Outra revelação ainda deu o tom da entrevista coletiva do assistente técnico do Avaí. Após uma alteração equivocada no intervalo, quando lançou o volante Cleverson no lugar do zagueiro Dirceu e viu o Atlético-GO chegar perto do gol em pelo menos cinco chances claras, Betinho disse que quase fez outra mudança discutível.

Para o lugar de Robinho, Fabiano já estava se aquecendo. No entanto, o próprio reserva conversou com Betinho no sentido de convencê-lo a colocar o volante Diogo Orlando para reequilibrar o sistema de proteção à zaga.

‘Foi ali, na beira do gramado, em uma conversa com o Fabiano, que a gente decidiu conjuntamente colocar o Diogo, que é mais um volante de contenção. Era o que o time precisava para tomar corpo e partir para cima. Foi uma atitude bonita de um jogador que pensa no grupo’, elogiou o comandante azurra.

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