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Basquete no Brasil vive fase de ‘sonho’, diz Leandrinho

Por Da Redação 3 fev 2012, 15h18

Por AE

São Paulo – O ala/armador Leandrinho parece empolgado com a possibilidade de defender o Brasil nos Jogos Olímpicos de Londres. O jogador do Toronto Raptors, que não participou da campanha no Pré-Olímpico de Mar del Plata, em setembro passado, concedeu entrevista ao site da Fiba (Federação Internacional de Basquete) e comemorou o bom momento do basquete brasileiro. Afirmou que pretende estar em Londres e disse acreditar inclusive na possibilidade de medalha.

“Isso tudo é muito empolgante. Por um longo tempo nós tentamos classificar a equipe e isso nunca acontecia. Estamos vivendo um sonho agora. Acho que o basquete está se tornando muito popular depois da classificação para a Olimpíada. É algo estranho para nós, mas estamos muito felizes”, disse Leandrinho.

O jogador evitou entrar em polêmica com Oscar Schmidt que, na semana passada, afirmou que Leandrinho e também o pivô Nenê tinham a “obrigação moral” de recusar a convocação por não terem participado do Pré-Olímpico. “Eu acho que ele está certo”, afirmou primeiro, para depois parecer mudar de ideia: “Houve razões para Nenê e eu não termos ido ao Pré-Olímpico.”

“Mas isso depende do técnico (Rubén Magnano). Se ele nos convocar, nós iremos dar o nosso melhor para ajudar o time. Se ele não convocar, nós vamos torcer pelo time da mesma forma. Nós só queremos que o basquete do brasileiro seja bem sucedido. Se isso acontecer, nós estaremos felizes”, garantiu Leandrinho.

Ele acredita que o Brasil tem condições de brigar por medalha na Olimpíada, mas reforçou a necessidade de que os melhores sejam convocados. “Temos um bom time. Eu acho que nós temos uma boa chance se nós tivermos todas as peças juntas. Nós podemos dar muito trabalho para muitos times lá. Sei que não é fácil, que é mais difícil do que qualquer torneio que já jogamos, mas nada é impossível e isso só depende de nós.”

Se convocado por Magnano, Leandrinho promete fazer tudo que lhe for pedido pelo sonho da medalha olímpico. “Eu já estive com esses mesmos jogadores por muitos e muitos anos, sabemos jogar juntos. O técnico sabe o que tem que fazer e tudo que ele me oferecer me fará muito feliz”, completou o jogador.

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