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Banido da NBA por racismo, Sterling pede perdão

<p>Mulher do dono dos Clippers também critica NBA por punições</p>

Por Da Redação Atualizado em 11 jan 2022, 20h13 - Publicado em 12 Maio 2014, 09h54

Donald Sterling, proprietário de Los Angeles Clippers, pediu perdão por seus comentários racistas que levaram a NBA a bani-lo. “Não sou um racista”, disse Sterling a Anderson Cooper, da rede CNN, em trechos de uma entrevista que será transmitida nesta segunda-feira. “Cometi um terrível erro. Estou aqui para pedir perdão”, acrescentou. Já sua esposa, Shelly Sterling, criticou a liga pela intenção de incluí-la na medida tomada contra o empresário.

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Sterling – proprietário que está a mais tempo à frente de uma franquia da NBA (desde 1981) -, foi suspenso para sempre da Liga no dia 29 de abril por comentários racistas revelados pelo portal TMZ. A sanção proibia qualquer tipo de associação de Sterling com a Liga. Além disso, o comissário da NBA, Adam Silver, lhe impôs uma multa de US$ 2,5 milhões, o máximo permitido, e forçará o empresário a vender a equipe por meio do Conselho de Presidentes da Liga. “Sou um bom membro que cometeu um erro, peço desculpas e solicito que me perdoem. Não posso cometer um só erro após 35 anos? Amo minha Liga, amo meus companheiros. Nunca farei de novo”, disse. Para forçar a venda da equipe, os proprietários das demais equipes da NBA devem aprovar a decisão com o voto de 75% deles.

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A NBA emitiu um comunicado pelo qual cortava pela raiz as aspirações de Shelly Sterling em assumir o cargo do marido. “Sob a constituição da NBA, se três quartas partes do Conselho de Governadores decidem que um dos membros deve vender sua participação em uma equipe, o resto de coproprietários dessa equipe também deverão renunciar a sua parte, independentemente de ter vinculação familiar entre eles”, sustentou Mike Bass, porta-voz da Liga. Shelly, através de seu advogado, Pierce O’Donnell, disse que não está de acordo com essa interpretação da constituição da NBA e acrescentou: “Vivemos em uma nação de leis. A lei da Califórnia e a constituição dos Estados Unidos estão acima dessa interpretação”.

(Com agência EFE)

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