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Atlético bate Real na prorrogação e fatura Copa do Rei

No Real, José Mourinho e o atacante Cristiano Ronaldo foram expulsos

Por Da Redação 17 Maio 2013, 20h14

O Atlético da Madrid derrotou o Real Madrid nesta sexta-feira por 2 a 1, na prorrogação, em pleno Santiago Bernabéu, e encerrou o jejum de 17 anos sem conquistas da Copa do Rei. O resultado fez a equipe do técnico Diego Simeone chegar ao décimo título da competição, sendo o primeiro desde a temporada 1995/1996. E os brasileiros tiveram papel fundamental neste troféu, marcando os dois gols da decisão. Diego Costa fez no tempo normal e o zagueiro Miranda, ex-São Paulo, garantiu o triunfo no tempo extra. O time atleticano não vencia o Real Madrid desde 1999.

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Pode ter sido a última chance de José Mourinho ser campeão novamente pelo Real, já que o título espanhol foi garantido pelo Barcelona e o treinador não deve permanecer no clube na próxima temporada.

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O Real Madrid começou pressionando, abusando das jogadas com Cristiano Ronaldo, que não encontrava dificuldade para passar pela marcação adversária. Logo aos cinco minutos, ele levou perigo pela primeira vez, ao arriscar de fora da área. A bola ainda desviou na zaga, mas Courtois conseguiu fazer a defesa. Aos 12 minutos, o atacante português marcou o primeiro. Özil cobrou escanteio para a área, Cristiano Ronaldo se antecipou à zaga e cabeceou firme, no canto direito. O Atlético empatou aos 34 minutos, com o brasileiro Diego Costa. Falcao García fez linda jogada no meio de campo e lançou para o atacante, que arrancou e, da entrada da área, bateu cruzado. A bola ainda tocou em Diego López, desviou na trave e entrou. No segundo tempo, José Mourinho foi expulso e chance mesmo somente o chute de Cristiano Ronaldo, aos 24 minutos, que bateu na trave.

O Atlético de Madrid voltou melhor para a prorrogação. E aos oito minutos, após cruzamento da direita, o zagueiro Miranda se antecipou à zaga e ao goleiro e desviou para fazer o segundo.

No fim, o futebol novamente deu espaço à violência. Cristiano Ronaldo recebeu falta dura de Gabi e, no revide, deixou o pé no rosto do adversário: cartão vermelho para o português. O lance gerou uma briga generalizada, com empurrões entre jogadores e comissão técnica. Mas de nada adiantou, o título já era do Atlético.

(Com Estadão Conteúdo)

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