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As imagens e as marcas da grande final da Copa de 2014

Por Giancarlo Lepiani, com fotos de Ivan Pacheco, do Rio de Janeiro 14 jul 2014, 17h23

Diante de 74.738 pessoas no Estádio do Maracanã e quase 35 milhões de telespectadores na Alemanha – um recorde histórico da TV do país -, o time de Philipp Lahm, Bastian Schweinsteiger, do recordista Miroslav Klose e do jovem herói Mario Götze levantou o troféu de campeão do mundo no início da noite de domingo. Cerca de 88 milhões de pessoas falaram sobre a finalíssima no Facebook; no Twitter, foram mais de 618.000 postagens por minuto nos momentos derradeiros da decisão. Com o golaço de Götze, a só oito minutos do fim da prorrogação, a Alemanha chegou a dezoito tentos na competição, o melhor ataque do Mundial (o Brasil, a pior defesa, sofreu catorze). A seleção tetracampeã do mundo também teve o recordista de assistências da Copa, Toni Kroos, com quatro passes para gols, e o maior número de vitórias do torneio, seis – além, é claro, da maior goleada, o histórico triunfo por 7 a 1 contra o Brasil no Mineirão.

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No Maracanã, a Alemanha teve o mesmo número de finalizações que a Argentina, dez, só que dominou a posse de bola (64% contra 36%), ganhou mais divididas (54% contra 46%), trocou muito mais passes (749 a 425) e fez mais desarmes (31 a 21). Graças a esse desempenho notável, igualou-se à Itália em títulos mundiais conquistados e transformou-se na primeira seleção europeia a levantar a taça numa Copa disputada na América do Sul. Também foi a primeira seleção a receber a Taça Fifa três vezes – em 1974, quando o troféu que substituiu a taça Jules Rimet foi apresentado, e em 1990 e 2014. E vale lembrar que a Rússia-2018 está logo aí – se não para a seleção brasileira, que ainda precisa encontrar um novo rumo, certamente para a campeã mundial, cuja média de idade na Copa foi de apenas 26,3 anos e que tem vários jogadores muito jovens, que podem disputar mais duas ou até três Copas.

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