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Após Seleção, Renato Abreu se vê realizado diante de contestações

Por Da Redação 25 dez 2011, 15h17

Aos 33 anos, Renato Abreu sua primeira e única chance na Seleção Brasileira, sendo convocado e atuando como titular no 0 a 0 com a Argentina, em Córdoba, na ida do Superclássico das Américas, em setembro. A escolha de Mano Menezes foi bastante contestada, mas coroou um ano inesquecível para o meio-campista do Flamengo.

‘Consegui uma convocação inédita, mesmo com muitos questionamentos. Aos 33 anos, recebi essa oportunidade. Não foi por acaso, foi por alguma cosia que fiz. Ganhei de presente’, apontou o jogador, em defesa própria.

O veterano ficou em campo naquela partida – para a qual o técnico pôde chamar somente atletas que atuavam no Brasil – até os 16 minutos do segundo tempo, quando foi trocado por Oscar, do Inter. Mas nem foi necessária uma atuação de destaque para ele sentir ter provado aos críticos que merecia ser lembrado.

Vestir a camisa verde e amarela foi o ápice de um ano que teve o título carioca invicto e acabou com um gol de Renato Abreu na última rodada do Campeonato Brasileiro, no empate por 1 a 1 com o Vasco. O lance que balançou as redes no Engenhão assegurou a vaga na Libertadores à equipe sem depender de ninguém e ainda tirou qualquer chance de título do arquirrival.

‘Individualmente, estou bem realizado. Consegui um título inédito e levei o Flamengo, com gol meu, mais uma vez à Libertadores. Estou muito realizado pelo que fiz’, comemorou Renato Abreu, com um discurso que usa como exemplo aos mais jovens – e um aviso de que as reprovações sempre virão e é preciso compreendê-las.

‘Estamos sujeitos às cobranças, somos pessoas públicas. A chateação vem só quando atinge o lado pessoal, porque quem analisa não conhece a índole de cada um, não sabe de que maneira vive. Mas vamos aprendendo. Eu, com 33 anos, 14 como profissional de futebol, não vi tudo ainda…’, comentou.

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