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Após briga, Vasco tenta virada de mesa para evitar Série B

<p>Clube carioca pretende entrar com recurso para ganhar os pontos do jogo contra o Atlético-PR, mas o STJD já adiantou que não deve alterar o resultado</p>

Por Da Redação Atualizado em 11 jan 2022, 20h47 - Publicado em 10 dez 2013, 01h12

A diretoria do Vasco tenta suas últimas cartadas para evitar o rebaixamento para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro. Nesta terça-feira, o clube pretende entrar com um recurso no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para ganhar os pontos do jogo contra o Atlético-PR. A partida terminou em goleada de 5 a 1 para os paranaenses e ficou marcado pelas cenas de pancadaria entre torcedores dos dois times.

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A alegação da cúpula vascaína é que o árbitro Ricardo Marques Ribeiro recomeçou o jogo depois de uma paralisação de 73 minutos, enquanto o Regulamento Geral de Competições da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) determina que uma partida só pode ficar parada por no máximo 60 minutos. Em declaração ao jornal O Globo, o diretor jurídico do Vasco, Gustavo Pinheiro, afirmou que o rebaixamento ainda não está definido. “Há a possibilidade de reverter. Entendo que pode ter possibilidade”, afirmou.

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Tribunal – O STJD, no entanto, não parece disposto a acatar o pedido vascaíno. “Não existe essa discussão, o que será analisado pelo Tribunal é a responsabilidade dos clubes, do árbitro ou de alguma das torcidas. Nada além disso”, disse o presidente do STJD, Flávio Zveiter, em entrevista à Rádio Globo na segunda-feira. A tendência é que o árbitro Ricardo Marques Ribeiro receba uma punição pesada por ter iniciado a partida sem a presença de policiamento. No momento da confusão, apenas seguranças particulares estavam na área interna da Arena Joinville. O Vasco indicou também que o apitador foi pressionado no estádio.

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O Vasco também reclama que o juiz da partida teria sido pressionado no estádio, alegação minimizada pelo presidente do STJD. “Toda apuração é necessária, mas um árbitro da FIfa não pode sofrer pressão. Duas horas antes da partida ele é o único responsável, nem o presidente da CBF pode interferir. Pelas imagens que eu vi, o árbitro não poderia ter começado a partida sem a presença da Polícia Militar e apenas com 90 seguranças”, declarou Zveiter.

(Com agência Gazeta Press)

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